Citações

Minha ideia de boa companhia é estar com pessoas inteligentes e bem informadas com quem possa ter uma boa conversa. (Jane Austen)

Outra Vez - Capítulo IV

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Trilha sonora:  Everybody Hurts - R.E.M

Se William tinha alguma dúvida em relação a sua viagem para França o incidente em Pemberley fez que com elas caíssem por terra. Em seu íntimo ele tinha esperanças de que ele e Elizabeth poderiam conversar e tentar resolver aquele incidente, mas não sabia o que fazer nem o que dizer, então continuou a espera de que uma solução caísse do céu. Ele ainda havia pegado o telefone umas duas ou três vezes para ligar pra ela, mas desistira, o medo de sua reação o paralisava.

 

 

 


Ele e Lizzy não tinham mais se encontrado, ela evitava vê-lo a todo custo. Will passou algumas semanas preparando os detalhes da sua mudança e na véspera da viagem dele seus padrinhos e Jane foram até sua casa para se despedirem, mas Lizzie não foi.


Ela sentira uma imensa raiva por ocasião do episódio do beijo. Achava que ele lhe devia mais do que aquelas simples desculpas e ao mesmo tempo não queria vê-lo. Conseguiu convencer a mãe de que estava com cólicas menstruais muito fortes e foi poupada de ir até a casa de William para se despedir dele juntamente com seus pais, e todas as vezes que Jane tentava descobrir o que acontecera naquela noite Lizzie desconversava, só dizia que ele tinha feito algo que a deixou com muita raiva.


A irmã ainda tentou entender, mas Lizzie preferia esconder.


- Foi algo tão grave assim Lizzie?


- Sim... Não... Não sei Jane, só sei que não gostei da forma como ele agiu comigo, e não quero mais vê-lo nunca mais.


- Nunca mais minha irmã?


- Nunca mais.


- Lizzie, o tempo vai fazer com que essa raiva passe.


- Nunca Jane, não insista, nunca nutrirei nenhum sentimento além de raiva por William Darcy e, por favor, se gosta de mim não toque mais nesse assunto.


Jane não tinha mais o que fazer, se aquela cabeça dura preferia tratar como ódio o que sentia não podia fazer nada, a vida se encarregaria de ensiná-la, só não queria que a irmã sofresse, porém não poderia evitar.


No outro dia William seguiu para Paris com sua tia e seu marido. Durante as primeiras semanas esteve tão ocupado com a adaptação na nova escola e na escolha dos móveis do seu quarto na casa da tia que não teve muito tempo para pensar em Elizabeth. Mas depois ela surgia de forma cada vez mais freqüente em sua cabeça. De repente ele teve uma idéia, iria conquistá-la de uma maneira extremamente romântica. Ele sentia que ela gostava dele, depois do quase beijo na cachoeira e do beijo no quarto dela, sim, ela sentia algo por ele, nem que fosse só um pouco, então valia à pena correr o risco.


Caso ele conseguisse o perdão de Lizzie eles se veriam nas férias e nos feriados prolongados, acreditava que podiam namorar a distância e se comunicar por telefone e cartas sem problemas. Claro que seria difícil ficar longe dela, mas providenciaria seu retorno para a Inglaterra após o primeiro semestre de aulas se tudo desse certo.


Decidiu o que fazer, mas não sabia como, queria explicar a situação a ela, pensou mais um pouco e chegou a conclusão que se estivesse na Inglaterra enviaria flores e bombons, via toda hora nos filmes que mulheres adoravam essas coisas, então garotas também deveriam gostar, acreditava que ela não iria resistir a isso. Mas estava muito longe para esse tipo de presentes, assim não daria certo.


Passou alguns dias pensando melhor e resolveu escrever uma carta, depois levou mais dias esboçando o que queria dizer a ela, mas sempre achava insuficiente ou meloso demais, ou extremamente frio. Até que chegou numa versão que acreditava estar perfeita:


“Paris, .....;


Querida Lizzie,


Você deve estar estranhando receber uma carta minha, afinal desde o aniversário de Georgianna em Pemberley não nos falamos mais. Porém não consigo mais reprimir nem esconder meus sentimentos... Em vão tenho lutado comigo mesmo, mas nada adiantou... Eu amo você, ardentemente...


Desculpe se estou soando clichê, mas queria pedir-lhe perdão pelo que se passou entre nós em nosso último encontro, não sei o que houve, aliás, sei, perdi o controle, estar perto de você me fez perder a cabeça, fiquei completamente a mercê dos meus sentimentos...


Depois disso percebi que a distância física não é nada comparada a distância que colocamos entre nós, estou cheio de incertezas quanto ao que você está pensando de mim, será que me odeias? Será que pode me perdoar um dia? Será capaz de me amar? O que você pensa de mim? E sobre nós?


Essas perguntas só você pode responder, mas preciso que você saiba o que eu penso de você, de nós e dos meus sentimentos.


Lembra quando você era menor sempre me perguntava o que eu via quando olhava pros seus olhos? Hoje eu tenho a resposta: Eu vejo futuro, um futuro ao seu lado. Porque você é a melhor parte de mim, minhas perspectivas, meus planos, meus sorrisos. E a vida sem você não tem luz e não tem cor e nem tem graça.


E por mais que eu tente não pensar em você tudo que eu vejo lembra teu sorriso, teus olhos, tua voz... E se torna cada vez mais impossível não te amar...


Dê-me uma chance para recomeçarmos? Dê uma chance a nós dois? Se você me der o seu perdão serei o garoto mais feliz do mundo. No entanto se sua resposta for negativa prometo nunca mais incomodá-la.

Um beijo...

Do sempre seu William Darcy”


William recordava-se sempre de quando eram crianças e diziam que iam casar quando fossem adultos, tudo agora se encaminharia para isso. Eram novos ainda, mas ficariam juntos até o fim da vida, esse era o seu plano.


Passou a carta a limpo, depositou no envelope preenchido, escondeu a original em seu guarda-roupa, trocou de roupa pra levar a carta para a Agência dos Correios e já estava no corredor quando encontrou a sua tia.


- Onde está indo tão apressado William?


- Vou até os Correios tia. Volto logo.


- Escrevendo cartas para o seu pai? Não se falam quase todos os dias por telefone?


William ficou sem graça, mas não conseguia mentir para a tia.


- Não é para o meu pai tia Catharine, é para uma amiga.


- Ah sim. – Catharine ficou desconfiada, precisava saber quem era a tal amiga, já havia tirado William das péssimas influencias que o cercavam, não queria que ele mantivesse contato nenhum com aquela gentinha – Eu estou de saída, vou voltar para a empresa, dê-me a carta, deposito no correio para você. - Disse isso estendendo a mão para o sobrinho, deixando-o sem saída que acabou entregando o envelope a tia.


Já no carro observou o destinatário da carta, “Aquela moleca dos Bennet” - pensou. “Sinto muito William, mas ela nunca vai receber essa carta, ultimamente muitas correspondências andam se extraviando de Paris para Londres.” – sorriu maliciosamente enquanto rasgava a carta em pedacinhos.


William passara semanas verificando a correspondência que chegava, mas nunca tinha nada pra ele de Lizzie. Ele chegou a cogitar com a tia se ela não tinha se esquecido de enviar a carta, mas ela garantiu que havia feito isso pessoalmente. Deduziu então que de nada adiantara seus esforços, e já se arrependia amargamente de ter sido tão bobo.


“Ela deve ter sorrido muito as minhas custas... como fui estúpido, achar que sendo romântico e verdadeiro com ela poderia consertar as coisas entre nós. Ela nunca sentiu nada por mim, aquele beijo não significou nada pra ela, por isso ela não fez nenhuma questão de escrever de volta.”


Ele não se conformava por Lizzie não ter enviado qualquer resposta, nem que fosse negativa e concluiu que o desprezo dela por ele era tão grande que não valia a pena perder tempo escrevendo uma missiva negativa para ele.


A partir dessa decepção decidiu nunca mais ser romântico com mulher nenhuma, elas não mereciam um rapaz como ele, e ele não merecia sofrer por amor...


Aos poucos William encontrou um novo horizonte na França, a vida cultural era intensa, sua tia o levava a todos os eventos sociais que ela considerava estar a sua altura, mas Will achava pouco. Ao adquirir mais confiança em si e conseqüentemente mais liberdade passou a freqüentar os subúrbios de Paris, escondido de sua tia, entrando em contato com uma nova realidade artística e cultural e encantando-se com ela.


Os anos passaram, Will formou-se em engenharia para felicidade de sua família, e um pouco de si próprio, mas a arte ainda lhe consumia muito tempo, realmente nunca tinha aprendido a pintar e nem tinha o dom de artes plásticas, ou qualquer outra coisas, mas seu olhar entendia daquilo. Conseguia ver uma peça e enxergar seu verdadeiro valor, e enquanto morava em Paris participou na organização de vários eventos artísticos, exposições e shows.


Após sua formatura avisou ao pai que não voltaria ainda para a Inglaterra, iria viajar, conhecer mais as belezas do mundo, seu pai não via motivos para discordar então desejou boa viagem ao filho e afirmou o estar esperando para quando ele quisesse voltar pra casa.


Will viajou por toda Europa, foi ao Japão, aos Estados Unidos, ao Brasil e a África do Sul, conheceu várias realidades, viu luxos e miséria convivendo lado a lado em alguns desses lugares. Não pensava em voltar pra casa ainda, refletia se um dia poderia fazer algo para tentar mudar um pouco das injustiças do mundo.


Quando Will voltou pra França foi trabalhar com sua tia já que a maioria das empresas ficava lá mesmo, mas apaixonou-se por suas viagens e sempre ia para um país diferente nas férias. Quando ele completou 26 anos seu pai lhe telefonou e pediu para que voltasse para casa. William não perguntou seus motivos, mas deduzira que o trabalho deveria estar cansado demais seu velho pai e não soube negar a esse pedido a ele, além disso, já sentia saudade de casa e vinha pensando há algum tempo em voltar.


Enquanto morava na França e recebia a visita de seu pai, sua madrasta e sua irmã e chegou até a apresentar algumas namoradas para a família. Seu pai nunca o recriminou por isso, mas mantinha as esperanças de unir a família Darcy a família Bennet, mas enquanto isso deixaria William aproveitar a vida da forma que achasse melhor.


Da última vez Fitzwilliam foi visitá-lo William apresentou uma ruiva bastante elegante como sua namorada, ela chamava-se Caroline Bingley. Caroline era irmã de Charles Bingley, melhor amigo de William. Charles e William se conheceram através de uns amigos da faculdade e chegaram a fazer algumas viagens juntos, mas enquanto o primeiro gostava de conhecer as praias e freqüentar festas nas viagens William preferia ir a museus e exposições. Charles terminou Medicina no mesmo ano em que Will terminou Engenharia. Ele trabalhava num Hospital pediátrico particular e na emergência do Hospital Geral de Paris.


O relacionamento de Caroline e William só aconteceu por insistência da primeira. Ela se apaixonou por William assim que o conheceu, e aproveitava-se da amizade do irmão com ele para cercá-lo de todas as maneiras. Will a achava bonita e elegante, embora um pouco fútil, mas estava sozinho e acabaram saindo juntos e se tornaram namorados.


William Darcy convidou Charles e Caroline para ir a Londres com ele, Caroline ainda estudava na faculdade de moda, mas estava de férias e passaria algumas semanas com eles e depois voltaria à contra gosto, já que por ela ficaria de vez em Londres com William, mas seus pais exigiram que ela voltasse para terminar a faculdade, e Charles tirou uns dias de folga do trabalho, pois queria acompanhar o amigo.


Enquanto preparava suas bagagens para a viagem imaginava que alguma festa ou comemoração os esperaria, conhecia muito bem seu pai para acreditar que voltaria para casa e não encontraria se não toda a boa sociedade londrina pelo menos os mais íntimos a sua espera. Já deveria ir preparado para forçar um sorriso a noite toda por causa de seu pai, coisa que detestava fazer com desconhecidos. Will era inteligente e culto, mas só era realmente ele mesmo perto de pessoas que ele gostava e confiava.


Na maioria das vezes levava muito tempo para se dar bem com alguém, precisava observar atentamente a pessoa pra descobrir se realmente valeria à pena travar algum tipo de conhecimento. Em Paris além dos funcionários da empresa, alguns amigos mais próximos e sua família, tinha intimidade com alguns artistas e músicos, mas nas exposições e shows que um dia ajudou a organizar e nas que freqüentava só falava mesmo com quem gostava e conhecia bem.


Imaginava que na Inglaterra seria bem mais difícil devido ao tempo que não visitava o país em que havia nascido. Percebeu que já estava quase na hora do vôo, despediu-se da tia, que se debulhava em lágrimas porque tinha a Will como a um filho, e de seu esposo.


- William, venha nos visitar, não fique muito tempo sem vir a Paris.


- Não se preocupe tia, volto sempre que puder.


Depois seguiu com o motorista para a casa de Charles e Caroline e de lá foram para o aeroporto.


Will não imaginava o que essa viagem o traria.


Pouco mais de uma hora depois chegaram a Londres, Georgianna os esperava no aeroporto com Michelle, seu pai estava como sempre no escritório, se encontrariam em casa mais tarde.


Georgianna e Charles se davam muito bem, ela adorava o jeito divertido dele, mas não suportava Caroline, e tentava disfarçar, embora fosse difícil. Não entendia como o irmão agüentava aquela mulher fútil e bajuladora, ela era bonita, não podia negar, mas seu jeito falso e sua amabilidade forçada a irritavam sobremaneira.


O Sr. Bennet saiu mais cedo do trabalho e foi buscar sua esposa no Instituto para irem para casa.


- Oh meu querido, tu não sabes o que Michelle me disse ainda a pouco por telefone.


Anthony permaneceu calado enquanto dava partida no carro, afinal saberia que ela lhe contaria tudo mesmo que ele não quisesse.


- Não deseja saber meu caro?


- Se você está querendo me dizer não faço nenhuma objeção.


- Pois bem, William já está em Londres, e trouxe consigo um amigo médico. Parece que é muito bem sucedido e ganha mais de 15.000 euros por mês!


- Como se chama?


- Bingley, Charles Bingley.


- É casado ou solteiro?


- Solteiro naturalmente meu caro, solteiro e bastante rico!! Que coisa boa para nossas meninas hein?


- Não entendo de que modo isso poderá afetá-las.


- Oh – respondeu afetada – como você é enfadonho quando quer. Você sabe muito bem que a volta de William pode significar que Elizabeth e ele vão se acertar. E este outro moço pode perfeitamente se encantar por Jane, afinal, não porque seja minha filha, mas não conheço nenhuma outra mulher mais bela do que ela. Quem sabe não teremos dois casamentos até o fim do próximo ano hein?


- Mas será que são essas as intenções deste rapaz? Não entendo esse seu modo de pensar, acredita que só porque um homem solteiro possui uma boa fortuna deve necessariamente estar em busca de uma esposa?


- Isso é bobagem, se ele possui essa intenção ou não, não interessa. Mas é provável sim que se apaixone por Jane assim que a ver, e se eu puder ajudar o destino não pensarei duas vezes antes de mexer meus pauzinhos!


O homem nada mais disse. Quando sua esposa colocava essas idéias na cabeça ninguém as tirava.


Lizzie chegou do trabalho mais disposta que o esperado, tinha saído mais cedo e comprado uma sandália nova pra combinar com o vestido que pretendia usar, queria chegar na festa espetacular, mas não assumia nem pra si mesma que pretendia ver a reação de William quando a visse tão madura e bem mais bonita.


Uma coisa que herdou de sua mãe foi a vaidade e não passaria por feia quando realmente tinha muito o que mostrar!


Como a festa seria a noite, mas era informal Lizzie optou por um vestido longuete lilás escuro que ela havia comprado há um tempo só porque passou por uma vitrine e se encantou com ele. Ela geralmente fazia compras assim, sem querer, batia o olho e gostava, se vestisse e ficasse bem não pensava duas vezes porque era difícil encontrar algo de que gostasse. Com essa peça foi assim, estava saindo da escola e foi encontrar com Charlotte para curtirem a noite e perdeu a hora enquanto se olhava no espelho com o vestido.


Era um vestido tomara que caia com um broche na frente que dava um charme ainda maior acompanhado por uma encharpe.


Ao chegar em casa, como sempre fazia, ligou o som e foi para o banho, Lizzie freqüentemente esquecia do mundo quando estava na sua banheira, ouvia música e relaxava, deixava a cabeça livre de preocupações, e estava assim tranqüila quando seu celular tocou e assustando-a trouxe-a de volta a seu banheiro.


Puxou a bolsa de cima da pia para pegar o celular e como a deixara aberta tudo se espalhou pelo chão, ela praguejava baixinho enquanto procurava pelo celular sem querer sair da banheira. Encontrou o aparelho e viu que era Hugh, atendeu mais alegre.


- Olá meu roqueiro predileto!


- Oi meu bem, só estou ligando pra confirmar nosso programinha de mais tarde tudo bem? – Ela lembrou que ele iria esperá-la em sua casa.


- Tudo bem, mas acho melhor você trazer algo pronto para comer, vou só me arrumar e sair e não preparei nada para o jantar, fiz umas comprinhas depois da escola e esqueci de trazer comida. - Ela omitiu a parte que não lembrava que ele iria pra casa dela.


- Não se preocupe, eu já tenho tudo preparado - sorriu.


- Hum, o que será que vai me aguardar mais tarde??


- Surpresa, você vai ter que esperar!!


- Ok, tenho que me arrumar agora, até mais tarde!


- Beijo minha rainha!


- Outro. – Lizzie desligou, saiu da banheira e foi para o quarto. Enxugou seus longos cabelos negros na toalha, passou um leave in e secou rapidamente com o secador só passando a mão, de forma a deixar os fios bem naturais num leve cacheado. Passou hidratante pelo corpo, procurou uma calcinha escura que o vestido não “marcasse”, vestiu seu vestido que ela achava básico, mas que não deixava de ser divino e foi se maquiar. Caprichou no lápis e no delineador, passou levemente uma sombra prateada, um pouco de blush, um gloss cor de boca e bastante rímel pra marcar ainda mais seus olhos que tanto gostava.


Calçou as sandálias, mas ao se olhar no espelho achou que faltava algo. Passou alguns segundos pensando e viu as orelhas enquanto se admirava.


- Céus, se eu saísse sem brincos iria me sentir nua!!


Procurou brincos discretos pra não deixar o visual carregado, uma vez que o vestido já tinha um broche e preferiu não adotar um colar, deixando o belo colo exposto. Pegou dois grampos também discretos, mas com um leve brilho e prendeu cada um de um lado do cabelo, deixando seu rosto mais limpo e um ar mais glamoroso.


Agora sim estava pronta! Sorria satisfeita com o resultado no espelho! Pegou uma bolsa estilo carteira, juntou algumas coisas que ainda estavam esparramadas no banheiro, as chaves do carro e saiu. Deixou a chave com o porteiro e um aviso que Hugh chegaria sozinho mais tarde, e rumou para a residência dos Darcy.



Continua...

 

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