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A vaidade ao trabalhar em uma mente fraca é a fonte de todo tipo de discórdia. (Jane Austen)

10 coisas que preciso fazer antes de ter você... - Capítulo VIII

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Capítulo VIII
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Entre sabores e descobertas...
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Darcy...


Este jantar para os filhos do Roger que viriam da França caiu como uma luva. Bem, ao menos era uma boa desculpa para bater na porta dela no dia seguinte.

- Will? – ela falou ao abrir a porta, eu vi surpresa em seu olhar, mas acho que também vi felicidade e isso me deixou muito feliz.

- Oi! Desculpa ter passado sem avisar, mas queria te fazer um convite. Posso entrar? – Droga! Eu estava mesmo me oferecendo para entrar?

- Ai meu Deus! Desculpe, claro que pode. – visivelmente constrangida, ela abriu mais a porta me dando passagem.

- Nossa! – exclamei ao entrar na sala. – Lembro exatamente de cada lugar deste apartamento.

- Não mudou muito desde que você veio aqui pela ultima vez. Quando meus pais se mudaram para Bath, eles o alugaram com toda a mobília e as pessoas que moraram aqui, não mudaram nada.

- Então... – comecei constrangido, após alguns segundos em silêncio. – Conseguiu o emprego?

- Só vou ficar sabendo à tarde. Mas você disse que queria me fazer um convite.

- Ah é! – assenti envergonhado.

- Se incomoda de conversarmos na cozinha? – ela sugeriu então percebi que ela usava um avental e estava toda suja - É que estou preparando o almoço. Há dias não como uma refeição caseira e não agüento mais comer sanduíche.

- Tudo bem.

A segui até a cozinha e lá também era como se nada tivesse mudado, como se o tempo não tivesse passado. Fiquei observando ela se atrapalhar toda enquanto mexia nas panelas.

- Droga! – ela murmurou quando algo salpicou em seu braço.
- Ei! cuidado. – caminhei até ela e baixei o fogo, retirando a colher de madeira da sua mão. – O que você está tentando fazer aqui? – perguntei ao ver uma coisa rosada dentro da panela.

- Ei! Isso é um molho. Por quê? Não parece?

- Ao menos que seja um molho de chiclete. – respondi não segurando mais o riso.

- A quem estou querendo enganar? Não sei cozinhar mesmo.

- Nunca aprendeu?

- Nunca precisei. – ela respondeu enquanto passava uma pomada no antebraço queimado. – Estudava muito e sempre tivemos cozinheira.

- Posso tentar dar um jeito, se quiser. – me ofereci para tentar salvar seu almoço.

- Vá em frente. – ela assentiu enquanto sentava em um dos bancos do balcão. – Desde quando você sabe cozinhar?

- Desde que me vi sozinho em Nova York. Sobrevivi por um tempo à base de sanduíches e comida instantânea, mas depois, tive que me virar.

- Sou só eu, ou o seu corpo também dói depois da aula de ontem?

- Quase não consegui levantar da cama. – sorri em meio a uma careta. – Você tem salsa aí? – não resisti em usar o trocadilho como piada.

- Tenho. Vou pegar. – ela respondeu rindo, então foi até o armário, voltando com a salsa – Tem certeza do que está fazendo aí?

- Senta lá. – apontei para o banco e ela voltou fazendo bico.

- O convite foi só uma desculpa para vir até aqui? – perguntou irônica enquanto jogava feijões nas minhas costas, igual ela fazia quando éramos crianças.

- Claro que não e para de fazer isso. – a repreendi sorrindo – Os filhos do Roger que moram na França, virão amanhã para o casamento e minha mãe está oferecendo um jantar para eles. Então, queria saber se você quer vir. Vai ser algo para poucas pessoas, e minha mãe adoraria que você fosse.

- Sua mãe é?

- É sim, e eu também.

- Me deixa ver meus compromissos. – ela levou a mão até o queixo como se estivesse pensando. – É, eu vou. Posso desmarcar com o Leonardo de Caprio e o pote de sorvete que me esperava amanhã à noite.
- Ótimo. Pronto. Quer provar que é um molho de verdade? – a desafiei.

- Convencido. Duvido que isso esteja bom.

- Pague pra ver. Ou melhor, prove para falar.

Divertida, ela veio em minha direção e provou um pouco do molho, fazendo um grande mistério.

- Então, está bom? – perguntei com expectativa.

- Está ótimo! Finalmente vou poder comer uma macarronada com um molho decente. Obrigada.

- Não por isso. Agora tenho que ir.

- Não pode ficar para almoçar comigo? Quer dizer, se quiser. – ela sugeriu quando caminhávamos até a sala.

- Eu adoraria, mas não posso. Meu sócio Charles está me esperando para realizarmos uma reunião por conferência, e inclusive estou atrasado.

- Ah! Tudo bem.

- Mas se você quiser, posso vir jantar. – Mais uma vez me oferecendo. Onde estava minha auto-estima?

- Eu combinei de jantar com a Jane aqui em casa mesmo. – ela pareceu desconfortável.

- Não. Tudo bem. – realmente eu estava me sentindo um idiota.

- Tive uma idéia! – ela pareceu feliz pelo que estava pensando. – Não é novidade nenhuma que sou uma péssima cozinheira e que a pobre Jane faz um grande sacrifício em vir comer algo que eu faça. Bem, como você parece ser um expert em cozinha, o que acha de vir preparar o jantar e ficar conosco?

- Acho ótimo. – respondi quando alcançamos a porta.

- Ótimo. Então estamos combinados? Ah! E pode trazer seu amigo, assim finalmente eu conheço o cara da camisa florida.

- Ele vai adorar. Então nos vemos a noite. Bom almoço.

- Obrigada.
Quando cheguei em casa, Charles me esperava aborrecido no escritório.

- Desculpe o atraso. – pedi quando sentei perto dele.

- Cara o que está havendo com você? Se alguém me dissesse que um dia você seria tão irresponsável com o trabalho, eu duvidaria.

- Acho que estamos invertendo os papeis, pois está fala é minha. – brinquei.

- Ao menos me diga que deu um beijo nela.

- Cala a boca, Charles. Mas tenho boas notícias.

- Jura? Estou começando a ficar preocupado; suas boas notícias nunca envolvem beijos, mas sim, coisas estranhas. – ele ironizou.

- Temos um jantar hoje à noite na casa dela.

- Tudo o que sempre desejei; segurar vela para vocês dois. Muito obrigado, mas não.

- Tem certeza? A irmã solteira dela estará presente.

- Aí a coisa começa a ficar interessante. – ele sorriu cinicamente. – Ela é bonita?

- Sim, mas vai com calma.

- Quem é esse anjo?

- Esquece, Charles, ela não é pra você.

- Não tente me ensinar a me dar bem com as mulheres, caro amigo. Você ainda é novo nisso.

- Ok. Só estou avisando. Agora vamos trabalhar.

************************************

Lizzy...

- Jane, é só um jantar, prometo. – falei pela milésima vez ao telefone.

- Mas por que é tão importante que eu vá?

- Porque o amigo dele também vem e, além disso, faz oito anos que vocês nãos e vêem. Anda, vai ser divertido.

- Tudo bem, mas tenho que estar em casa as dez, pois amanhã tenho uma audiência muito importante. E o emprego? Conseguiu?

- Eles acabaram de ligar.

- E aí?

- A vaga é minha! – gritei exultante sendo acompanhada por ela.

- Eu sabia. Sabia que ia conseguir. Finalmente parece que as coisas estão começando a darem certo para.

- É, acho que sim. Nos vemos a noite, então?

- Claro. Estarei aí as oito, ta bom?

- Está sim.

- Lizzy?

- Oi.

- Fico feliz em te ver assim, tão feliz.

- Eu também. Sinto que aos poucos volto a ser a mesma Lizzy.
Após desligar o telefone, resolvi procurar algo para vestir. Queria algo leve, bem diferente do que costumava vestir quando estava casada com o George; sempre sóbria e séria, pois ele sempre tinha jantares e eventos sociais para irmos ou amigos para recebermos em casa.

Como por um milagre da natureza, meu corpo não mudou muito desde os meus dezessete anos, a não ser a lei da gravidade que fez algumas coisas caírem um pouco, mas nada que uma boa lingerie não deixasse no lugar.

Olhei no relógio e já eram quase cinco horas da tarde. Quando me olhei no espelho, gostei muito do que vi; o vestido mais solto e sensual caiu muito bem em mim. Lembro de ter comprado ele há quatro anos e nunca ter encontrado a ocasião certa para usar, mas agora era perfeito. Ouvi o som da companhia e corri para a porta.

- Hey! Está se mudando pra cá? – perguntei quando o vi cheio de sacolas.

- São os ingredientes que preciso para preparar o jantar. – ele respondeu calmamente quando retirei um pacote da sua mão.

- Vem algum exercito jantar aqui e eu não sei?

- É que gosto de ter todos os ingredientes por perto e como ainda não decidi o que fazer, trouxe tudo. Tudo bem?

- Claro. Vem, vamos para a cozinha. Consegui o emprego.

- Sério? – assenti então ele continuou. – Isso é maravilhoso, eu sabia que iria conseguir.

- Não é o meu consultório como sempre sonhei, mas já é uma conquista.

- Claro! E tenho certeza de que ainda serei seu paciente, quando montar seu consultório.

- Sou psicóloga, não psiquiatra. Sinto muito. – brinquei.

- Engraçadinha.
O ajudei a colocar tudo no balcão e fiquei apenas observando ele arregaçar as mangas da belíssima camisa e começar a tirar as coisas dos pacotes.

- Qual será o cardápio? – perguntei ao me sentar no balcão.

- Ainda não sei direito, mas pensei em uma salada verde de início e uma boa massa depois, o que acha?

- Acho que isso não vai dar certo. – sorri marota. – Mas se funcionar, vou adorar. Quer ajuda?

- Claro. Na verdade, quero te ensinar a cozinhar.

- O que? Está falando sério?

- Hunrum. Você sempre quis aprender, então, hora de começar.

- Tudo bem. Espero que você saiba muito bem o que está fazendo.

Coloquei o avental que ele me entregou e passei primeiro a observar, depois de alguns minutos, já estava literalmente com a mão na massa. Com a mesma paciência e disciplina que lhe era característico, ele me ensinou vários truques e segredos.

- Uau! Nem acredito que fiz mesmo isso. – exclamei ao ver o saboroso sorvete de creme nas taças no congelador. – E o melhor é que estão realmente deliciosos. – comentei enquanto lambia a panela como se fosse uma criança.

- Viu? Não é assim tão difícil.

- Essa lasanha parece deliciosa. – observei quando ele a colocou no forno. – Não sabia que era tão bom assim na cozinha.

- Tem mais coisas sobre mim que você ainda vai descobrir.

- Jane ficará orgulhosa quando souber que cozinhei algo que não tem gosto de lixo.

- Não só ela, eu também estou orgulhoso.

Estranhamente, me senti desconfortável. Sei que a nossa relação já não era mais a mesma, mas eu nunca havia sentido aquilo em toda a minha vida.

- Tem... – ele começou a falar timidamente. – Tem... tem algo aqui. – ele elevou sua mão até o meu rosto, mas a deixou cair.

- O que? – perguntei nervosa.

- Acho que é creme.

- Own! – consegui falar, mas sem me mover.
A companhia. Graças aos céus! Pedi licença e fui abrir a porta; um belo homem ruivo e de sorriso cativante apareceu na porta, provavelmente o sócio e amigo do Will.

- Elizabeth? – ele perguntou sorridente.

- Sim. E você deve ser...

- Charles Bingley. – ele se apresentou antes de eu terminar. – Prazer em conhecê-la.

- O prazer é meu. Mas vamos entrar.

Não demorou muito para que Jane também chegasse. O jantar foi ótimo; Charles era realmente muito agradável e suas piadas sem graça nos fizeram rir e conversar a noite toda.

- A quem devemos agradecer este jantar delicioso? – Jane quis saber quando tínhamos terminado a sobremesa.

- Em partes ao Will e acredite, a mim também.

- Verdade? – ela se surpreendeu.

- Verdade, pode perguntar ao Will, se quiser.

- Estou ensinando a ela, Jane. – ele respondeu irônico – mas a maior parte do trabalho foi minha.

- Will?! – o repreendi em maio a boas risadas.

- William? – Jane chamou sua atenção – Lembra quando a Lizzy resolveu que faria o jantar de aniversário de casamento dos nossos pais?

- Ah não, Jane! Não lembra isso, pelo amor de Deus. – tentei pará-la, mas ela e Will estavam juntos nessa.

- Na verdade eu ainda tenho pesadelos quando lembro daquela noite. – Will contribuiu para a minha vergonha.

- Agora quero saber o que aconteceu. – Charles se juntou a eles.

- Aquelas lagostas ainda estavam vivas. – Jane comentou em meio a uma gargalhada.

- E lembra quando seu pai disse: Hum! querida, esta papa está deliciosa. E a Lizzy completamente desolada respondeu: Isto é arroz, papai.

Mais uma onda de gargalhadas e eu já queria me afundar na cadeira.

- Mas o bolo estava bom, vai. – tentei me salvar.

- Claro. – Jane concordou – Mas foi a primeira e única vez que comi um bolo salgado. – todos voltaram a rir novamente. – Só o Will comeu daquele bolo. Como você conseguiu?
- Eu vi que a Lizzy estava triste pelo fiasco do jantar. – ele falou em um tom sério e até tímido. – Eu só queria que ela se sentisse bem, feliz. Eu faria tudo para vê-la feliz.

De repente um grande silêncio se instalou na sala, diferente da algazarra de minutos atrás. Eu estava perplexa ao lembrar de quantas vezes o Will se esforçou apenas para me ver feliz.

- Bem, o jantar estava delicioso, mas preciso ir embora, acordo cedo amanhã para uma audiência. – Jane falou na tentativa de quebrar o clima constrangedor.

- Eu acho que também vou indo. – Charles se juntou a ela. – Você vem, Darcy?

- Vou depois. Vou ajudar a Lizzy com a louça. Tudo bem? – ele se virou para mim.

- Claro. – respondi tentando voltar à normalidade.

- Jane? Será que pode me dar uma carona, se não for te atrapalhar é claro. – A expressão de Charles ia além de uma simples carona.

- Tudo bem. – Jane respondeu desconfiada; logo percebi que era melhor para o Charles não bancar o engraçadinho pra cima dela.

Nos despedimos dos dois e voltamos para a sala, cada um imerso em seus pensamentos.

- Eu... – ele começou – Vou lavar a louça.

- Will?

- Sim?

- Sabe, naquela noite lá na caixa d’água. Naquela noite em que nos despedimos. Bem, você disse que eu era egoísta na nossa relação.

- Deus! Lizzy esquece aquilo, eu estava chateado...

- Não, tudo bem. Você tinha razão. Eu realmente vi que fui extremamente egoísta. Você sempre esteve do meu lado, sempre e eu estava tão cega, tão burra que não vi o quanto cobrava de você e da nossa amizade.

- Lizzy...

- Realmente está tudo bem, Will, de verdade. Eu só quero me desculpar. Dizer que sinto muito, mesmo.

- Tudo bem.

- Obrigada.

- Lizzy? Preciso te contar algo... – ele pareceu angustiado, como se estivesse prestes a contar um grande segredo.

- Só um minuto. – pedi quando o som do telefone invadiu a sala insistentemente.
A voz do outro lado da linha me fez estremecer. Há quase dois meses eu não ouvia a voz dele nem atendia seus telefonemas; sempre o evitava quando identificava seu número, mas agora devido ao momento, tinha atendido ao telefone sem nem ao menos olhar quem era.

- Não desliga Lizzy, por favor. Só quero conversar.

- Essa não é uma boa hora, George. – falei ainda encarando o Will, que mudou sua expressão ao ouvir o nome do George. Ele fez um sinal de que iria me deixar sozinha e foi para a cozinha.

- E quando será uma boa hora, Lizzy? Você nunca me atende.

- O que você quer? – perguntei vencida.

- Quero saber como ficamos. Eu quero que volte pra casa.

- Eu não vou voltar, e sabe disso?

- Tem certeza disso?

- Absoluta. – tentei passar a força e coragem que não sentia.

- Se é assim, acho que temos que agilizar o processo de divórcio.

- O que?! – quase engasguei tamanha minha surpresa.

- Por que a surpresa? Você não me quer mais, não quer o nosso casamento, então para que continuarmos com isso?

- Eu... Eu só... – Droga! Por que aquilo estava me afetando tanto?

- Amanhã mesmo vou procurar um advogado. Adeus, Lizzy. E se ainda quiser voltar para casa, estarei aqui te esperando.

O barulho do telefone sendo desligado do outro lado foi assustador. É claro que eu não voltaria; que eu não o queria mais. Mas ver a forma fria com que ele tratava tudo me deixou desnorteada, afinal foram quase oito anos de casamento.

Esperei alguns minutos para me recuperar, só então fui para a cozinha. Encontrei o Will terminando de lavar a louça.

- Oi. – ele falou carinhosamente.

- Oi. – respondi triste enquanto pegava um pano para secar a louça, tentando desesperadamente voltar à normalidade.

- Tudo bem? Quer um café?

- Não, obrigada. Estou bem. Era o George. – forcei a naturalidade na voz.

- Percebi. – ele sorriu fracamente, então se voltou para a pia. – O que ele queria?
- Ele quer o divórcio. – desabafei já sentindo o peso das lágrimas inundando meus olhos.

- Ei? – senti os braços fortes do Will me envolvendo em um abraço enquanto me deixava ser consolada.

- É exatamente isso que eu quero – comecei a falar em meio as lagrimas. – Mas é que é tudo tão... tão assustador.

- Shiii! Eu entendo. Mas eu estou aqui agora, vou estar sempre aqui. – ele falou enquanto acariciava meus cabelos.

- Não pode me prometer que sempre ficará aqui. Já fez isso uma vez e não cumpriu. – desabafei me arrependendo em seguida. – Desculpe, desculpe, Will.

- Não. Tudo bem. Lembro ter prometido que ficaria até quando você precisasse de mim e estou disposto a cumprir desta vez.

- Preciso tanto de você, Will. Não posso ficar sozinha agora.

- Não vou a lugar nenhum.

O abracei com mais força sentindo que minha vida e meus sentimentos estavam mudando rápidos demais e que talvez, eu ainda não estivesse pronta para tudo isso...


Cenas do próximo capítulo...
*
*
...Ter você aqui me faz bem...

... Estar aqui me faz bem, também...

... Agora não pode dizer que depois de passar a noite com ela, nada aconteceu...

... Olá! Sou Karen...

... Ela está me dando nos nervos...

... Por que está tão irritada? Está com ciúmes dela?...

... Então, qual é o próximo passo da lista dos desejos?...

... Está lá fora...

... Definitivamente, quero o antigo Darcy de volta. Você está ficando maluco, cara!...

... Will?! Isso é...

... Somos livres agora, Lizzy...

... Eu sou livre!...
 

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