| O Fruto da Honestidade - Epílogo |
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| Escrito por Eduarda Sobral |
| Sáb, 30 de Janeiro de 2010 02:47 |
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Cinco anos depois...
O verão estava em seu pleno auge, o sol beijava a Terra com seus raios intensos e o céu se mostrava praticamente sem nuvens.
Pemberley tornara-se, ao longo do tempo, o refúgio dos casais Darcy, Bingley e Morrison. Eles levavam seus filhos constantemente a visitar o lugar, para que assim pudessem ter uma infância um tanto mais afastada da correira da cidade grande.
E, assim como de costume, todos passariam o final de semana na propriedade, para comemorar os quatro anos de casamento de Jane e Charles e o primeiro filho dos dois, que nasceria dali a três meses.
Sentados à beira da piscina, William e Lizzie observavam suas filhas, Carrie e Anne, brincarem e esperavam os outros chegarem.
- Engraçado como o tempo passa rápido... parece que foi ontem que viemos passar o nosso primeiro final de semana juntos. E agora já temos duas filhas! Lindas, aliás! – falou Elizabeth.
Apesar do natural orgulho de mãe, as filhas do casal tinham mesmo sido agraciadas pela natureza. Carrie, de quatro anos de idade, tinha os cabelos castanhos muito claros e os olhos azuis do pai, além do gênio da mãe; Anne, de apenas dois anos de idade, tinha a pele muito clara e os cabelos negros do pai, além da personalidade deste.
- É verdade... tudo passou muito rápido. Mas, para mim, cada dia que passei com você foi perfeito, mesmo com todos os problemas que já enfrentamos.
Lizzie sorriu para ele e o beijou. Ela agradecia a Deus todos os dias pelo marido que Ele lhe dera. William era um esposo dedicado e amoroso, um pai fantástico e ela o amava com todas as forças.
- Te amo a cada dia mais, sabia? – sorriu ela, ainda selando os seus lábios nos do marido.
O casal ainda aproveitava um ao outro quando ouviu um pigarreio. Era Charles, que guiava Jane pela mão.
A sra. Darcy se levantou da espreguiçadeira onde estava com o marido e correu para abraçar a irmã, que andava com dificuldade por causa da enorme barriga que ostentava.
- Jane, minha irmã, você grávida está ainda mais linda! – exclamou Lizzie, abraçando a irmã com cuidado.
- É isso o que eu digo a ela todos os dias. – disse Charles, que não largara a mão da esposa por um segundo sequer.
- Eu não tenho a menor dúvida, Charles! – quem falou desta vez foi William, que já se levantara também para cumprimentar os recém-chegados.
Bingley gargalhou com a declaração do amigo, apesar de saber que o que ele dizia era a mais pura verdade. Em todo o tempo que estava com Jane fazia o máximo que podia pela união dos dois; ela também se esforçava ao máximo, e seus temperamentos parecidos só contribuíram ainda mais para a prosperidade da relação.
Percebendo que as irmãs tinham muito o que conversar, deixou Jane e Elizabeth sozinhas e foi saudar o amigo.
- Charles, meu amigo! Como vai?! – disse William, apertando a mão do recém-chegando e dando-lhe um rápido abraço.
- Muito bem, e vejo que você também está!
Darcy já ia responder quando suas filhas o interromperam e correram para cumprimentar o querido “Tio Charles”. Elas abraçaram-no e, consequentemente o encharcaram também, já que acabavam de sair da piscina.
- Cuidado, garotas! Vocês estão molhando seu tio inteiro! – alertou William.
- Deixe-as, William. Você sabe que adoro minhas sobrinhas! – tranquilizou o amigo. – Como vão minhas sobrinhas preferidas? – desta vez se dirigindo às meninas, que eram fascinadas pelo tio, que estava às voltas brincando com elas.
- Lógico que somos suas sobrinhas preferidas, somos as únicas! – falou Carrie, que, com apenas quatro anos, fazia por vezes comentários desse tipo; fazendo rir todos que a rodeavam.
- Mas mesmo que não fossem as únicas, ainda assim seriam as favoritas! – respondeu Charles, ainda divertido com as garotas.
Ele conversou e brincou um pouco mais com as crianças, porém logo retornou a dar atenção à William, que já havia saudado a cunhada Jane.
- Onde estão Georgiana e Edward? – perguntou Bingley, enquanto Lizzie conduzia a irmã a uma cadeira protegida do sol.
- Chegarão apenas à noite, já que na escola de Frederick haverá aconselhamento pedagógico para pais.
- Mas o garoto tem somente três anos de idade!
Frederick Darcy Morrison, filho de Georgiana e Edward, de três anos de idade, era, sem dúvida, a maior paixão dos pais, que faziam de tudo o que achavam melhor para ele. O menino era loiro como a mãe e tinha os olhos verdes do pai, além do espírito brincalhão deste.
- Você sabe como minha irmã e Edward são, tudo o que diz respeito ao pequeno Fred é de suma importância. Contudo, eu não tiro a razão dos dois, Lizzie e eu éramos assim com a Carrie, mas depois que a Anne nasceu percebemos que tanta proteção não era necessária.
- Quanto a isso eu ainda não posso opinar, quando a Ava nascer eu te digo o que acho. – o trauma do aborto foi realmente grande para Charles e Jane. Apesar de ele não ter presenciado o ocorrido, podia sentir pelas marcas que ficaram gravadas em Jane que não havia sido fácil para ela. Assim, desde que voltaram a namorar e casaram, os dois recorreram a vários especialistas, entre eles psicólogos, médicos, obstetras, visitaram até orfanatos, pensando até em adotar alguma criança. Entretanto, o tempo levou consigo os medos do casal e eles finalmente se abriram para uma gravidez, o que originou a presente gestação de Jane, que esperava uma menina, Ava.
Os dois riram gostosamente, mas logo o rumo da conversa foi mudado:
- Como vão suas irmãs, Charles? Há muito que não as vejo. – falou Elizabeth, que, junto com Jane, também participava da conversa.
- Louisa está bem, acaba de se divorciar do sr. Hurst, alegando que não aguentava mais sua lentidão.
Os ouvintes reprimiram todos uma risada, o que não passou despercebido a Bingley.
- Não, podem rir. Apesar de ele ter sido marido da minha irmã, eu nunca senti muita consistência na relação dos dois.
Os outros não acrescentaram nada à afirmativa, o que fez Charles prosseguir:
- Caroline, bem... acho que dessa vez ela se meteu numa tremenda encrenca. Lembram-se de que eu comentei no ano passado que ela estava envolvida com um empresário que, coincidentemente, também era do ramo de imóveis?
- Acho que lembro sim... – respondeu Lizzie. William permanecia em silêncio.
- Então... ele fechou uma parceria com outra empresa, para trabalharem na reconstrução do Iraque*. E ela foi também, mas não me perguntem o porquê dessa loucura. – continuou ele.
- Caroline? No Iraque?! – Darcy exclamou com um pequeno sorriso incrédulo.
- Pode acreditar, meu amigo. E eu imagino como ela deve estar insuportável, reclamando do sol queimando sua pele sensível, do calor... Para piorar, há dois meses atrás, rebeldes ameaçaram destruir as construções da empresa em que ela trabalha, além de quase terem sequestrado um de seus homens, o que provocou a reclusão de todos, inclusive ela, em um daqueles abrigos subterrâneos, sem muitas mordomias com as quais ela está acostumada.
- Eu nunca pensei que iria, alguma vez, dizer isso, mas: pobre Caroline! – Elizabeth, falou, levando uma das mãos à boca.
Novamente uma risadinha foi contida pelos outros, devido à gravidade da situação.
- Mas por que ela não retorna à Inglaterra? – inquiriu Darcy, mais sério que o normal.
- É o que ela está tentando, mas o aeroporto de Bagdá está fechado, sair por terra é quase impossível, já que é muito perigoso. E por mar, bem... essa hipótese praticamente não é cogitada, já que a maioria dos navios que atracam na capital iraquiana são de carga, então...
Um silêncio constrangedor tomou conta do ambiente, mas os quatro amigos foram salvos por Anne, que reclamou um de seus brinquedos à sua mãe. Após o retorno da garota à piscina, a conversa voltou a fluir, e assim durou até o fim daquela tarde, quando eles se separaram para se arrumarem para o jantar.
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Alguns minutos antes do jantar, quando todos já se dirigiam à mesa de jantar, ouviu-se o barulho do motor de um carro.
- Chegaram! – exclamou a filha mais nova dos Darcy, correndo para a porta de entrada a fim de receber os tios e o primo, de quem ela particularmente gostava.
Georgiana e Edward logo apareceram na sala, de mãos dadas, enquanto o pequeno Frederick conversava com suas primas à maneira das crianças.
Sorridentes como sempre, o casal Morrison cumprimentou e conversou com todos e logo tomou seu lugar à mesa.
O jantar foi animado do começo ao fim. Além de amigos, eles formavam uma bela e feliz família.
Edward e Georgiana estavam casados oficialmente há quase quatro anos. Casaram-se em uma cerimônia pequena e simples, mas muito elegante.
A banda do noivo tocou no casamento, e foi lá que Charlotte conheceu seu namorado, Samuel Walker, o baterista da banda. A sra. Morrison gostava muito do namorado da amiga. Ele era divertido, simpático, inteligente e bonito. Mas seu jeito brincalhão fazia Charlotte ser atacada frequentemente pelos ciúmes, o que, por sua vez, provocava as discussões do casal.
Os dois viviam brigando, provavelmente acabaram e reataram o namoro por incontáveis vezes, mas parecia que o que os unia era mais forte do que o que os fazia discutir.
A lua-de-mel do casal Morrison foi num transatlântico que percorreu todo o Caribe. Há muito que Georgiana desejava conhecer as praias maravilhosas que diziam existir por lá e Edward também ouvira falar muito sobre a música e a comida latinas. E foi exatamente nesse transatlântico que o pequeno Frederick foi gerado.
A Mountain’s Fire continuava fazendo seus shows, mas esses ocorriam apenas nos finais de semana, já que seus integrantes estavam envolvidos demais com seus próprios afazeres e famílias. Além da juventude que parecia fugir-se deles cada vez mais rápido, levando consigo boa parte de sua disposição.
Assim, o jantar inteiro foi um mar de alegrias. Todos brindaram à felicidade e ao amor perpétuo do casal Bingley; os adultos com champagne e as crianças com refrigerante.
O fim da comemoração aconteceu apenas quando a madrugada já estava em sua metade. As crianças já dormiam em seus quartos e os adultos conversavam e riam na varanda que rodeava toda a fachada de Pemberley, sentindo o frio que a noite exalava.
Porém, aos poucos, o sono começou a se fazer presente entre eles e os primeiros a se retirarem para o seu quarto foram Jane e Charles. Ela, porque achava que não faria bem ao bebê passar tanto tempo numa temperatura baixa como aquela; e ele, para acompanhá-la e também pelo cansaço que lhe assaltava lenta e poderosamente.
Depois foi a vez de Georgiana e Edward deixarem a varanda, justificando que seu dia fora muito cansativo, ao que Darcy e Lizzie não fizeram nenhuma objeção. Desse modo, apenas o casal Darcy continuou na varanda. Eles observavam as estrelas que enfeitavam o céu, juntamente com a grande e amarela lua cheia, que lançava seus raios turvos sobre a atmosfera.
Sentindo um pouco de frio, Elizabeth levantou-se da cadeira onde estava e foi até a sacada, esfregando os braços, mas ainda observando a imensidão azul-escura que pairava sobre suas cabeças.
- A noite hoje foi maravilhosa... – num suspiro, ela.
- Foi mesmo. – ele levantou-se também e envolveu-a por trás, a fim de aquecê-la. – Você estava linda, como sempre... – depositando seus lábios gélidos no pescoço dela, fazendo-a se arrepiar.
- Estava apenas fazendo jus à beleza do meu marido. – sorriu e virou-se de modo a encará-lo e brincou com uma mecha negra que caía sobre o rosto dele.
Darcy não resistiu à proximidade que estava dela e a beijou ardentemente. Era mesmo impressionante como depois de tantos anos de relacionamento ela ainda tinha plenos poderes sobre o corpo dele. A paixão e o desejo que sentiam um pelo outro parecia aumentar a cada noite que passavam juntos.
Lizzie apartou-se do toque do marido quando percebeu que a interação deles estava ficando muito ousada.
- Uma das crianças pode nos ver... é melhor fazermos isso no quarto, depois. – ela se desculpou, ao perceber o olhar inquiridor que ele lhe lançava.
- Tudo bem. – ele compreendeu com uma certa relutância e ela apoiou a cabeça em seu peito, enquanto seus corpos continuavam abraçados.
- A Jane estava tão feliz essa noite. E linda como sempre. – paparicou a irmã, Elizabeth.
- O Charles também não estava muito atrás dela na questão felicidade. – ele, por sua vez, defendeu o amigo.
- É verdade, ele está todo bobo com a gravidez.
- Sua mãe é quem está exultante, aliás. Ela, que tinha apenas duas herdeiras Darcy como netas, agora tem também uma herdeira Bingley na família. – alfinetou a sogra, um exercício que, por vezes, se tornava necessário para ele.
- Ora, William... não seja tão cruel... – ela defendeu a mãe, mas sabia que a mesma deveria mesmo não estar se aguentando de felicidade. Recordava-se perfeitamente das suas exclamações inflamadas de êxtase no coquetel da semana anterior.
A comemoração foi organizada pela própria sra. Bennet, em honra ao aniversário de bodas da filha primogênita. Inicialmente, um jantar estava sendo planejado; porém, a mulher se opôs logo ao acordo e disse que daria um coquetel, porque esse sim era o costume das pessoas chiques, e sua filha – e consequentemente ela própria – agora fazia parte da alta sociedade inglesa.
Convidou os empresários mais importantes do país e suas esposas, sem se esquecer, é claro, dos solteiros mais cobiçados. Ela tinha ainda três filhas por casar! Mary já se formara em arqueologia e trabalhava na Universidade de Hertfordshire como pesquisadora; Kitty concluíra a faculdade de Publicidade e Propaganda, com muito esforço, e ainda não conseguira um emprego; Lydia, por sua vez, fizera faculdade de Moda e lutava para conseguir “um lugar ao sol”.
Assim, durante todo o evento, a sra. Bennet não cansou de discorrer sobre os benefícios do casamento da filha (Lizzie também era incluída nas demonstrações de felicidade da mãe, mas só ocasionalmente; afinal, a homenageada da noite era Jane!) e do marido fantástico que Charles era.
Essa ocasião foi, sem dúvida, a causadora do jantar de família em Pemberley. O casal aniversariante queria simplicidade e comemorar com pessoas que realmente amavam. Sendo assim, a família Bennet foi excluída da última comemoração e os participantes desta foram apenas os Darcy e os Morrison.
- Acabo de lembrar-me...
- Lembrar? De quê, William? – perguntou Lizzie. Seu frio já se esvaíra completamente, com o corpo quente do marido a cercando.
- Hoje faz dois anos da morte de Wickham.
- Oh... é verdade. Eu havia esquecido! – Lizzie chacoalhou um pouco a cabeça, se culpando por não ter recordado daquilo e sentiu que os braços de Darcy a apertavam um pouco mais, como se ele estivesse repassando em sua memória todos os momentos com George.
O último morrera há exatamente dois anos, num trágico acidente de carro. Depois de sua fuga impensada com Lydia, ele tentou retomar a carreira de ator, desta vez conseguiu alguns minúsculos papéis na televisão. Em um desses trabalhos que fez conheceu uma atriz famosa, Meredith Price. Os dois iniciaram um romance perigoso, regado a drogas e álcool. Ao sair de uma festa, a qual ambos deixaram completamente insanos, o carro que dirigiam bateu de frente com um caminhão. O veículo teve perda total e George e Meredith, morte instantânea.
- Ele possuiu tantas oportunidades na vida, todo o luxo e conforto que alguém jamais suporá ter... e, no entanto, afundou-se em caminhos obscuros, perdendo a vida tão jovem. – apesar de ter odiado George Wickham com todas as forças quando este planejou sequestrar sua irmã, William não podia ficar indiferente quanto ao protegido do seu pai e ainda sentia uma ponta de remorso em relação a ele. E se ele próprio tivesse feito algo? Havia algo a ser feito?
- Meu amor, não havia nada que você pudesse fazer. O destino quis assim. Nós só temos que aceitar... – encarou os olhos azuis, que adquiriam um tom surreal sob a luz da lua, e beijou-o delicadamente nos lábios, acariciando a nuca dele. – Sabe... eu acho que tem um quarto nos esperando lá em cima... O que acha? Estou morta de saudades do meu amado marido...
Beijaram-se novamente, e agora todas as preocupações foram esquecidas. Afinal, tinham um ao outro; para amar, rir, chorar, se entediar... teriam um ao outro para sempre, para o que desse e viesse. O amor não era mais só uma hipótese, um sonho distante; agora, o amor era uma realidade, pelo resto de suas vidas.
If Everyone Cared “Se Todos Se Importassem”
(Nickelback)
From underneath the trees, we watch the sky Debaixo das árvores, nós olhamos o céu
Confusing stars for satellites Confundindo estrelas com satélites
I never dreamed that you'd be mine Eu nunca sonhei que você seria minha
But here we are, we're here tonight Mas aqui estamos nós, aqui esta noite
Singing, amen, I ... I'm alive Dou graças a Deus que ainda estou vivo
Singing, amen, I ... I'm alive Dou graças a Deus que ainda estou vivo
If everyone cared and nobody cried Se todos se importassem e ninguém chorasse
If everyone loved and nobody lied Se todos amassem, e ninguém mentisse
If everyone shared and swallowed their pride Se todos compartilhassem e engolissem seu orgulho
We'd see the day when nobody died Nós veríamos o dia que ninguém morreria
Im singin'amen E eu estou cantando
Amen, I ... Amen, I ... I'm alive Dou graças a Deus que ainda estou vivo
Amen, I ... Amen, I ... Amen, I ... I'm alive Dou graças a Deus que ainda estou vivo
And in the air the fire flies E no ar, os vaga-lumes
Our only light in paradise Nossa única luz no paraíso
We'll show the world they were wrong Nós mostraremos ao mundo que ele estava errado
And teach them all to sing along E ensinaremos todos a cantar conosco
Singing amen, I ... I'm alive Dou graças a Deus que ainda estou vivo
Singing amen, I ... I'm alive Dou graças a Deus que ainda estou vivo
And as we lie beneath the stars E como nós nos encontramos abaixo das estrelas..
We realize how small we are Nós percebemos o quão pequeno nós somos
If they could love like you and me E se eles pudessem amar como eu e você
Imagine what the world could be Imagine como o mundo poderia ser
We'd see the day, we'll see the day Nós veríamos o dia, nós veríamos o dia
When nobody die Quando ninguém morreria
http://www.youtube.com/watch?v=rPbLrs1fQg4
* Caso totalmente fictício! |














