Capitulo IX
O despertar veio lento, ela se sentia confortável e aconchegada. Não se mexeu. Ficou ali deitada, quietinha, olhando os fachos de luz penetrando nas frestas da janela.
Edward tinha o braço descansando em seus quadris. Lizzie se aconchegou junto dele, olhando apaixonadamente o rosto adormecido.
Com muito cuidado e bem devagarinho, ela ergueu o braço dele, se libertando.
Assim que se pôs de pé, percebeu que não estava em seu quarto e sim no dele.
“Oh Deus” – pensou – “ Lizzie idiota Bennet, você acaba de assinar seu atestado de bêbada insana, e desfrutável”
Procurou por sua roupa e não a encontrou, aliás encontrou apenas sua calcinha, a vestiu e juntamene com uma blusa dele que encontrou na beira da cama. Saiu, sorrateiramente, pé por pé, do quarto dele.
Para sua humilhação, vergonha e todos os sinônimos possíveis desses sentimentos, ela foi encontrando suas roupas pelo caminho. Short, sutiã , camisa... terminando na cozinha.
“Eu ando lendo muita história infantil, agora dei pra marcar o caminho com minhas roupas.”
- Preciso de um café agora – falou consigo mesma, já que estava na cozinha mesmo – vou fazer um cafézinho rápido e tentar cavar um buraco pra me esconder, antes que as pessoas acordem.
Lizzie estava de frente à cafeteira, esperando que terminasse o café, quando sentiu um corpo colar-se ao seu, nariz deslizar pelo seu pescoço e bochecha, um beijo atrás de sua orelha,e uma certa protuberância pressionando seus quadris.
-Senti sua falta. O que está fazendo de pé tão cedo? – uma certa voz rouca disse ao seu ouvido.
Um arrepio cruzou seu corpo, dos pés até o couro cabeludo.
Edward tinha o braço descansando em seus quadris. Lizzie se aconchegou junto dele, olhando apaixonadamente o rosto adormecido.
Com muito cuidado e bem devagarinho, ela ergueu o braço dele, se libertando.
Assim que se pôs de pé, percebeu que não estava em seu quarto e sim no dele.
“Oh Deus” – pensou – “ Lizzie idiota Bennet, você acaba de assinar seu atestado de bêbada insana, e desfrutável”
Procurou por sua roupa e não a encontrou, aliás encontrou apenas sua calcinha, a vestiu e juntamene com uma blusa dele que encontrou na beira da cama. Saiu, sorrateiramente, pé por pé, do quarto dele.
Para sua humilhação, vergonha e todos os sinônimos possíveis desses sentimentos, ela foi encontrando suas roupas pelo caminho. Short, sutiã , camisa... terminando na cozinha.
“Eu ando lendo muita história infantil, agora dei pra marcar o caminho com minhas roupas.”
- Preciso de um café agora – falou consigo mesma, já que estava na cozinha mesmo – vou fazer um cafézinho rápido e tentar cavar um buraco pra me esconder, antes que as pessoas acordem.
Lizzie estava de frente à cafeteira, esperando que terminasse o café, quando sentiu um corpo colar-se ao seu, nariz deslizar pelo seu pescoço e bochecha, um beijo atrás de sua orelha,e uma certa protuberância pressionando seus quadris.
-Senti sua falta. O que está fazendo de pé tão cedo? – uma certa voz rouca disse ao seu ouvido.
Um arrepio cruzou seu corpo, dos pés até o couro cabeludo.
Pra tentar disfarçar, Lizzie, ficou às voltas com pires e xícaras, de costas, não querendo que Edward percebesse seu nervosismo. Era diferente agora se ver com ele naquela cozinha à luz do dia.
- Eu precisava de um café – disse os servindo.
Ambos se sentaram no balcão da cozinha, e bebiam em silêncio.
Então ela quebrou o silêncio:
— Sei que não me deve explicações, mas eu gostaria de saber pra onde você e Tereza foram, e por que chegou tão tarde?
— Fui até a casa dela... — Olhou-a com interesse em suas reações. — Fui até a casa de Tereza, e fiquei conversando com o pai dela até de madrugada.
Lizzie baixou os olhos, pensativa. Não importava, o que ele fosse pensar dela, precisava levar aquela conversa até o fim. Até porque ela não iria ficar dividindo Edward com mulher nenhuma.
— Edward, eu não gosto dela.
— Não é novidade.
— Edward, por favor, não fique zangado comigo — pediu Lizzie, pousando a xícara na mesa. — Eu não sei que tipo de relação estamos tendo, mas eu não gosto da idéia de dividir nada com ninguem, muito menos você com Tereza.
— Não estou zangado com você. Eu não sou do tipo de homem que fica pulando de cama em cama, você pode ter certeza.
-Ela flerta com você o tempo todo, e ela o quer, você sabe disso.
-Ela vive flertando com tudo e todos, digamos que é como um esporte pra ela, nada mais que isso. E eu não me casaria com ela nem que fosse a última mulher da face da terra.
Meu interesse é em outra pessoa, alguém extremamente teimosa e mandona.
- Eu precisava de um café – disse os servindo.
Ambos se sentaram no balcão da cozinha, e bebiam em silêncio.
Então ela quebrou o silêncio:
— Sei que não me deve explicações, mas eu gostaria de saber pra onde você e Tereza foram, e por que chegou tão tarde?
— Fui até a casa dela... — Olhou-a com interesse em suas reações. — Fui até a casa de Tereza, e fiquei conversando com o pai dela até de madrugada.
Lizzie baixou os olhos, pensativa. Não importava, o que ele fosse pensar dela, precisava levar aquela conversa até o fim. Até porque ela não iria ficar dividindo Edward com mulher nenhuma.
— Edward, eu não gosto dela.
— Não é novidade.
— Edward, por favor, não fique zangado comigo — pediu Lizzie, pousando a xícara na mesa. — Eu não sei que tipo de relação estamos tendo, mas eu não gosto da idéia de dividir nada com ninguem, muito menos você com Tereza.
— Não estou zangado com você. Eu não sou do tipo de homem que fica pulando de cama em cama, você pode ter certeza.
-Ela flerta com você o tempo todo, e ela o quer, você sabe disso.
-Ela vive flertando com tudo e todos, digamos que é como um esporte pra ela, nada mais que isso. E eu não me casaria com ela nem que fosse a última mulher da face da terra.
Meu interesse é em outra pessoa, alguém extremamente teimosa e mandona.
Lizzie baixou os olhos, ainda meio sem –graça.
-Já terminou seu café? – Edward perguntou.
-Sim. Por quê? – perguntou.
Num movimento rápido, levantou-a do cadeira, jogou-a nos ombros e começou a carregá-la para fora da cozinha.
- Ei, o que você está fazendo? – protestou ela.
- Te levando pra minha cama, de onde você saiu sem permissão.
-E desde quando você manda em mim Edward Darcy? Vai sonhando Shrek.
— Estou vendo que continua tão insolente quanto antes. — disse enquanto a jogava na cama.
As mãos dele percorriam o todo seu corpo, começando depois a lhe fazer cócegas, o que a fez dar gargalhadas.
— Vai me obedecer! — Deu-lhe um beijo no nariz, antes de deitar seu corpo sobre o dela, prendendo-a, sem defesa contra os beijos.
Lizzie resolveu entregar os pontos, ela o queria e não iria mais esconder isso nem dela mesma, e tinha certeza que não mais conseguiria viver sem ele.
Algumas horas mais tarde, o telefone tocava insistentemente, Lizzie, ainda sonolenta, o atendeu.
-Já terminou seu café? – Edward perguntou.
-Sim. Por quê? – perguntou.
Num movimento rápido, levantou-a do cadeira, jogou-a nos ombros e começou a carregá-la para fora da cozinha.
- Ei, o que você está fazendo? – protestou ela.
- Te levando pra minha cama, de onde você saiu sem permissão.
-E desde quando você manda em mim Edward Darcy? Vai sonhando Shrek.
— Estou vendo que continua tão insolente quanto antes. — disse enquanto a jogava na cama.
As mãos dele percorriam o todo seu corpo, começando depois a lhe fazer cócegas, o que a fez dar gargalhadas.
— Vai me obedecer! — Deu-lhe um beijo no nariz, antes de deitar seu corpo sobre o dela, prendendo-a, sem defesa contra os beijos.
Lizzie resolveu entregar os pontos, ela o queria e não iria mais esconder isso nem dela mesma, e tinha certeza que não mais conseguiria viver sem ele.
Algumas horas mais tarde, o telefone tocava insistentemente, Lizzie, ainda sonolenta, o atendeu.
Edward ainda dormia a seu lado e o relógio de cabeceira marcava meio-dia.
-Alô – disse Lizzie.
-Alô? Edward? – a voz perguntou.
- Não, Edward está dormindo, quer deixar recado.
- Com quem estou falando? – quis saber a voz do outro lado.
-Olha pode deixar o recado que eu dou a ele. – repetiu .
-Então diga a ele que a mulher da vida dele ligou.
-Hã – Lizzie se sentou de uma só vez – Como é que é?
Lizzie agora só ouvia as gargalhadas do outro lado da linha.
-Me desculpa querida, eu não resisto a essa brincadeira, Edward fica pra morrer quando faço isso. Mas eu sou a mulher da vida dele, ou melhor, a mulher que deu a vida a ele.
- Wow, v-você é Elizabeth Darcy?
-Sim, sou eu, mãe de Edward, e você quem é?
-Hãm, bem, e-eu sou , Elizabeth Bennet. – ela respondeu com um fio de voz.
- LIZZIEEEEEEEEEEEE!! – Lizzie teve que afastar o fone do ouvido, tamanho foi o grito do outro lado.
- Wow, não acredito, estava louca pra te conhecer, Willian falou maravilhas de você, por um dia não nos conhecemos pessoalmente. Você não sabe como estou contente. E como vai a decoração? Está gostando da Ilha? Willian me disse que você faz lembrar muito de mim mais jovem.
Lizzie estava zonza devido a tanta pergunta ao mesmo tempo.
-O trabalho já está praticamente terminado, e eu já voltando pra casa. – respondeu sem jeito.
-Mas não senhora! Você vai ficar aí mesmo, está proibida de deixar a Ilha de Pemberley até eu chegar. – Elizabeth ordenou.
“E eu que achava que o filho era mandão, isso é de família” – pensou Lizzie.
- Eu e meu Willian vamos fazer Bodas de Pérola, e pretendo fazer uma festa na Ilha. Além de fazer questão de sua presença, quero que você me ajude com os preparativos. Combinado?
-S-sim. – “e tinha como dizer que não?”
-Alô – disse Lizzie.
-Alô? Edward? – a voz perguntou.
- Não, Edward está dormindo, quer deixar recado.
- Com quem estou falando? – quis saber a voz do outro lado.
-Olha pode deixar o recado que eu dou a ele. – repetiu .
-Então diga a ele que a mulher da vida dele ligou.
-Hã – Lizzie se sentou de uma só vez – Como é que é?
Lizzie agora só ouvia as gargalhadas do outro lado da linha.
-Me desculpa querida, eu não resisto a essa brincadeira, Edward fica pra morrer quando faço isso. Mas eu sou a mulher da vida dele, ou melhor, a mulher que deu a vida a ele.
- Wow, v-você é Elizabeth Darcy?
-Sim, sou eu, mãe de Edward, e você quem é?
-Hãm, bem, e-eu sou , Elizabeth Bennet. – ela respondeu com um fio de voz.
- LIZZIEEEEEEEEEEEE!! – Lizzie teve que afastar o fone do ouvido, tamanho foi o grito do outro lado.
- Wow, não acredito, estava louca pra te conhecer, Willian falou maravilhas de você, por um dia não nos conhecemos pessoalmente. Você não sabe como estou contente. E como vai a decoração? Está gostando da Ilha? Willian me disse que você faz lembrar muito de mim mais jovem.
Lizzie estava zonza devido a tanta pergunta ao mesmo tempo.
-O trabalho já está praticamente terminado, e eu já voltando pra casa. – respondeu sem jeito.
-Mas não senhora! Você vai ficar aí mesmo, está proibida de deixar a Ilha de Pemberley até eu chegar. – Elizabeth ordenou.
“E eu que achava que o filho era mandão, isso é de família” – pensou Lizzie.
- Eu e meu Willian vamos fazer Bodas de Pérola, e pretendo fazer uma festa na Ilha. Além de fazer questão de sua presença, quero que você me ajude com os preparativos. Combinado?
-S-sim. – “e tinha como dizer que não?”
-Então estamos conversadas. Willian está aqui te mandando um abraço.
-Oh, mande outro pra ele, eu gostei muito de conhecê-lo – Lizzie ouviu a Sra.Darcy transmitir seu abraço ao marido.
-Mas Lizzie, eu liguei pro telefone do quarto de Edward, você está aí com ele? Edward está aí com você? – perguntou curiosa.
Quando Lizzie pensava numa resposta rápida, ela ouviu Willian pedir pra sua esposa se apressar porque eles estavam atrasados. “Salva pelo gongo.”
-Bem Elizabeth Bennet, tenho que ir, mas estarei chegando em Pemberley em dois dias.
Não deixe que meu filho a canse muito, pois conto com sua ajuda. Beijos! – a Sra.Darcy acrescentou uma nota de malicia naquele comentário.
-Hã, não é nada disso.... tá, beijos. – desligou o telefone.
- Tenho a sensação que acabei de ser atropelada – Lizzie falou pra si mesma em voz alta. - Alguém anotou a placa ?
- Elizabeth Darcy. - respondeu Edward ainda sonolento.
Fim do Capitulo IX.
-Oh, mande outro pra ele, eu gostei muito de conhecê-lo – Lizzie ouviu a Sra.Darcy transmitir seu abraço ao marido.
-Mas Lizzie, eu liguei pro telefone do quarto de Edward, você está aí com ele? Edward está aí com você? – perguntou curiosa.
Quando Lizzie pensava numa resposta rápida, ela ouviu Willian pedir pra sua esposa se apressar porque eles estavam atrasados. “Salva pelo gongo.”
-Bem Elizabeth Bennet, tenho que ir, mas estarei chegando em Pemberley em dois dias.
Não deixe que meu filho a canse muito, pois conto com sua ajuda. Beijos! – a Sra.Darcy acrescentou uma nota de malicia naquele comentário.
-Hã, não é nada disso.... tá, beijos. – desligou o telefone.
- Tenho a sensação que acabei de ser atropelada – Lizzie falou pra si mesma em voz alta. - Alguém anotou a placa ?
- Elizabeth Darcy. - respondeu Edward ainda sonolento.
Fim do Capitulo IX.














