Capitulo XXI
~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~
I Want To Spend My Lifetime Loving You
(Quero Viver Minha Vida Amando Você)
Lua tão brilhante, noite tão boa,
Mantenha o seu coração aqui com o meu,
A vida é um sonho que nós estamos sonhando.
Corra até a lua, pegue o vento,
Passeie no fim da noite,
Ocupe o dia, levante-se para a luz.
Eu quero viver minha vida amando você.
Se bem que é isto que eu sempre fiz na vida.
Heróis sobem, heróis caem,
Sobem de novo, vencem tudo,
Em seu coração, não pode sentir a glória?
Através do nosso trabalho, através da nossa dor,
Nós podemos mover mundos outra vez,
Pegue minha mão, dance comigo (dance comigo).
Eu quero viver minha vida amando você.
Se bem que é isto que eu sempre fiz na vida.
Eu não quero mais nada para ver,
Se eu posso viver minha vida amando você.
Entretanto nós sabemos que nós nunca viremos de
novo.
Onde existe amor, a vida começa,
Inúmeras e inúmeras vezes.
Salve a noite, salve o dia,
Salve o amor, venha, você pode.
O amor vale tudo o que nós pagamos.
~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~*~~
Neste mesmo instante ouviu-se um tumulto do lado de
fora. A porta se abriu bruscamente.
Darcy tinha as bochechas vermelhas, a respiração
entrecortada, olhos com ar prepotente e a boca
formando um bico zangado, atrás dele, a jovem
recepcionista com ar de assustada e quase choroso
explicava ao médico que não tinha conseguido detêlo.
- Desculpe Dr.Collier Ele disse que estava atrasado
e saiu invadindo, não me deu tempo nem de avisá-lo.
- Oi Collier, peça pra sua recepcionista pra ser
mais rápida, você sabe que moleza me tira do sério.
Darcy olhava pra moça com um olhar carrancudo e
arrogante, fazendo-a se sentir um bichinho acuado.
- Boa tarde pra você também Darcy! E pare de
amedontrar meus funcionários.
– Tudo bem, Karen! Obrigado! - o médico virou-se para a
recepcionista e a dispensou com um olhar
tranqüilizador.
Darcy ainda lhe dirigiu um olhar, que fez a pobre
moça se apressar pelo corredor.
Imediatamente se dirigiu à Elizabeth, mas agora com
um olhar cheio de amor e ternura.
- Me desculpa amor. Vim o mais rápido que pude, e
acabei perdendo a paciência com a mocinha da
recepção, que estava me segurando lá fora. Eu perdi
muita coisa?
- Quase. Você chegou no exato momento em que eu
veria nosso bebê. – Lizzy mal agüentou falar e
desabou em um pranto só, de uma forma tão intensa
que chegava a soluçar.
- Lizzy meu amor, está tudo bem agora. Ei! Eu estou
aqui, bem do seu lado. – William segurava-lhe a mão
e acariciava os cabelos, tentando acalmá-la.
- Dalila, por favor, traga um copo d’água pra srta
Bennet. – pediu o médico para sua assistente.
- Sra Darcy. – corrigiu Darcy, olhando com carinho
para Elizabeth.
- Aqui está Sra Darcy – a assistente lhe entregava o
copo d’água enquanto a ajudava a sentar-se.
Enquanto isso Darcy foi até o médico. – O que ela
tem Collier? Nunca vi Elizabeth ter uma reação
dessas, ela sempre foi tão segura e independente. –
Darcy estava confuso com as reações de Lizzy.
- Isso é normal Darcy, os hormônios são as coisas
mais voláteis já conhecidas pelo homem, hormônios
numa mulher e numa mulher grávida, produz efeitos
devastadores, grandiosos, mas perfeitamente normais!
– o médico piscou para ela e sorriu voltando-se para
William. – Não se preocupe as reações são diversas
assim como as pessoas! Eu recomendo, mimo, amor e
paciência, este ultimo em maior dosagem! Falo por
experiência própria! –
- Doutor Collier? Já está tudo pronto pra
iniciarmos. – informou a assistente.
- Então vamos lá. Pode ficar ao lado de sua esposa
Darcy.
Darcy deu a volta e posicionou-se ao lado dela,
segurando-lhe a mão. Ela segurou forte a mão dele e
sorriu nervosa.
O médico sorriu sentando-se no banquinho próximo a
cama dela e preparando-se para o exame - Então vocês
dois olhem pra este monitor.
O bebê apareceu na tela, tão pequeno. Ouviram seu
coraçãozinho bater, enquanto o médico mostrava as
formações dos dedos, da cabeça.
- Por enquanto o bebê de vocês é um embrião, só a
partir da 12º semana torna-se-á um feto, ou seja,
suas características físicas se assemelharão à de um
adulto. A face terá aspecto humano. Ele chegará a
medir 61mm. A placenta tornar-se-á o órgão
responsável pela nutrição fetal. As unhas dos dedos
das mãos e dos pés começarão se formarem. –
explicava o médico.
Elizabeth vertia lágrimas de felicidade e sorria.
Darcy segurava sua mão e beijava sua cabeça, sorria
como um menino que tinha acabado de ganhar o
presente de natal. Seus olhos estavam marejados de
lágrimas, e tinha um nó de emoção em sua garganta
que não o deixava falar.
___________________*******_______________________
Ao saírem do consultório médico, eles foram direto
pra Pemberley, Ruth e Lara já haviam organizado a
pequena mudança, e já tinham ido na frente.
Cada minuto era precioso, pelo fato de se organizar
uma cerimônia de casamento em um tempo Record de um
mês somente. Mas como a própria Georgiana dizia
“Não há nada que uma boa verba não resolva”.
Georgiana também se mudara provisoriamente para
Pembeley. Com Charles viajando a negócios, e ela com
duas crianças e um bebê com quase um mês, fora o
meio mais viável para ajudar Lizzy e Darcy com os
preparativos do casamento.
Ao chegarem a Pemberly, Lizzy e Darcy se reuniram a
Sra.Darcy e Georgiana para um chá no jardim.
O casal não se continha de tanta felicidade.
- E então me contem as novidades! – Georgiana se
mostrava ansiosa, enquanto eles se sentaram, em uma
poltrona de frente pra elas.
- Hoje, acho que foi o dia mais feliz de nossas
vidas, pois vimos nosso bebê e tivemos certeza de
que tudo está bem! Ouvir e ver seu coraçãozinho
batendo deu mais realidade ainda para nossa
gravidez, pois é como se sentíssemos mais ainda a
presença dele. E ele está aqui – disse Darcy
orgulhoso acariciando o ventre de Lizzy.
- Bem, William não se agüentava vendo as imagens,
principalmente porque Doutor Collier deu a notícia
que provavelmente e com chances de 99%, É UM MENINO.
– Lizzy contava a notícia olhando pra ele, e
trocando afagos.
- Em determinado momento ele nos mostrou o que seria
a genitália masculina e sem querer nos gabar, estava
muuuuuuuuuuuito evidente. – William falava com um
genuíno orgulho masculino. – também nos disse que é
impossível na ultra de uma menina aparecer aquilo,
mas que ainda assim devemos esperar a próxima ultra
para termos certeza.
- Bem, TEIMOSO COMO O PAI, o bebê não queria se
mexer, ficar de perfil para fazer o exame de
Translucência Nucal. Doutor Collier falou que aquela
estava sendo a TN mais difícil da vida dele! Só
podia ser filho de quem é .... rsrsrrsrsrs – Lizzy
não perdeu a oportunidade de arreliar Darcy. - Mas
no final ele conseguiu e está tudo bem.
- Então eu vou ter outro netinho – a sra Darcy
estava muito contente com a notícia. – Parabéns !!
- Parabéns maninho, se ninguém te agüentava, agora
vai ficar insuportável !! – brincou Georgiana.
- A que horas sai o jantar? Minha esposa e meu bebê
tem que se alimentar. – perguntou um Darcy zeloso.
- Daqui a pouco. Só vamos ter de aturar o mau humor
de Katarina, com Lara e Ruth pela casa, ela ficou
mais chata do que nunca !! – desabafou Georgiana.
- Olha o respeito mocinha – a sra. Darcy lhe chamou
a atenção.
O jantar saiu impecavelmente no horário de sempre.
Após jantarem, quando todos se encontravam
satisfeitos, a Sra. Darcy desejou uma boa noite a
todos e se retirou para seu quarto.
Georgiana subiu para colocar as crianças na cama, e
avisou a Lizzy que assim que os “monstrinhos”
dormissem, ela voltaria pra verem alguns modelos de
vestido de noiva.
Darcy foi para o escritório com Lizzy.
- Qual o relatório que você quer que eu veja,
William? – perguntou Lizzy totalmente alheia às
segundas intenções de Darcy.- Ahn!! – Lizzy ofegou
quando ele agarrou-lhe os pulsos, puxando-a enquanto
afundava na cadeira. Ele segurou-a, e ela foi pega
totalmente de surpresa. Lizzy caiu bem em cima do
colo dele.
Seus rostos estavam muito próximos. Lizzy viu o
brilho faminto nos olhos azuis de Darcy, sua boca
ficou seca.
- O que você estava dizendo? – O tom de Darcy era
zombeteiro, mas sua voz era grave e sensual. Ele
separou os joelhos e pôs as mãos nos quadris de
Elizabeth, para melhor encaixá-la em seu colo.
- William – choramingou. Podia ter sido tanto uma
súplica quanto um protesto. Com o polegar, ele
acariciou-lhe o lábio inferior e ela estremeceu,
cedendo completamente.
Sentindo sua aquiescência, ele inclinou sua cabeça
beijá-la. O beijo foi quente e ardente e ela reagiu
de modo selvagem, provocando-o.
Agarrando-se a ele, Lizzy arqueou as costas e deixou
cair sua cabeça contra o ombro de William. Ele
intensificou ainda mais o beijo, colocando a mão
firmemente sobre o seio dela e apalpando-o
gentilmente.
O prazer doce e feroz que tomava conta dela era tão
intenso que beirava a dor. Ela queria que aquilo
durasse para sempre.
William abriu os botões da blusa que ela usava e
deslizou sua mão para dentro. Seus dedos
mergulharam dentro do sutiã de renda, acariciandolhe
os mamilos intumescidos.
Elizabeth sentiu os efeitos da carícia em todo o seu
corpo. Quando ele a mudou de posição e empurrou a
blusa para o lado para beijar-lhe o seio, ela
segurou com força a cabeça dele, o incentivando.
Perdida em uma névoa de desejo, só percebeu que ele
abrira o fecho dianteiro de seu sutiã quando sentiu
os lábios tocando seus mamilos túrgidos. Gemeu de
prazer quando ele sugou. Ela contorcia-se nos
braços dele, exigindo que ele a possuísse.
Ela desejava ardentemente ser possuída; ele
precisava possuí-la. Sua virilidade pulsava
loucamente; seu corpo emanava um intenso calor
sexual. Sugava-lhe o seio enquanto deslizava a mão
sobre seu abdome, pela curva de seu quadril, até
chegar em sua coxa. Ele levantou a saia até os
quadris de Lizzy, então virou o rosto para olhar
suas pernas.
Ele a fitava com um olhar faminto. Seus seios
estavam fartos, redondos, firmes e empinados; suas
coxas torneadas abriam-se para que as mãos dele
deslizassem por entre elas. Os dedos dele
deslizaram sob a borda da calcinha e enroscaram-se
levemente com a penugem no vértice das coxas dela.
Elizabeth gritou o nome de William e arqueou os
quadris, abrindo-se pra ele. Ele sorriu ao tocarlhe.
Os pensamentos dela estavam tão confusos, que não
conseguia mais pensar, apenas gemer de prazer,
sentido a necessidade dele sob a calça.
Ele carregou-a para o sofá. Estavam tão absortos um
no outro que nenhum dos dois percebeu quando a porta
do escritório abriu-se. Nenhuma dos dois vira
Georgiana entrar, até que ela exclamasse – Uau!! O
que é que está acontecendo por aqui?!!- ambos
olharam para a porta onde encararam uma Georgiana
boquiaberta.
Elizabeth sentiu-se mortificada. Darcy parecia
aborrecido.
Ambos recomporam-se rapidamente.
- Desculpe-me, eu deveria ter batido. – Gergiana ria
maliciosamente - Mas deveriam ter trancado a porta.
Já pensou se fosse Katarina!! Ela ia sentir calores
por mais vinte anos...hahahaha.
- Muito engraçado Georgie! – William respondeu
inconformado com a interrupção.
Georgiana lançou um olhar divertido à Elizabeth. -
Então: vestido! –anunciou logo no mesmo instante que
seu irmão voltava para seus papéis.
Elizabeth sabia que enfrentaria um batalhão de
coisas a serem feitas e providenciadas para o
casamento, por mais que fosse simples e discreto.
Muito tempo depois, os bocejos de Georgiana
significavam que estava tarde e era hora de
dormirem. Juntas subiram as escadas e cada uma foi
para seus respectivos quartos.
Lizzy encontrou William adormecido com um livro sob
as mãos encostado sob os travesseiros. Pelo jeito
estava a esperando e acabou dormindo.
“William era lindo, um maravilhoso exemplar
masculino” - pensou, sentando ao lado dele na cama
acariciava-lhe os cabelos, e o rosto amado.
Tirou-lhe o livro de suas mãos e o colocou na
mesinha de cabeceira, tentou arrastá-lo
cautelosamente sob a cama, para melhor acomodá-lo,
mas não estava conseguindo.
William era um homem alto, de ombros largos, uma
estrutura muscular invejável.
Então tocou seu rosto, e o chamou delicadamente.
Felizmente por necessidade do próprio corpo, ele
acomodou-se sob os travesseiros e a recolheu em seus
braços.
Lizzy sentiu os dias seguintes passarem voando,
tamanha eram as providências a tomarem, contatos,
provas e etc. Ela e Georgiana andavam absorvidas
24hs com o casamento.
________________**************______________________
Darcy por sua vez adiantava todos os compromissos
possíveis e urgentes. Estava trabalhando a todo o
vapor.
A noite tanto Darcy quanto Lizzy estavam esgotados,
e eram apenas abraçarem-se e já estavam dormindo.
________________**************______________________
Naquele dia a tarde tinha sido longa. Lírios, não
violetas. Chiffon, não cetim. Discreto, não
tumultuado. Havia tantas coisas a serem escolhidas,
tantos detalhes para serem acertados.
William havia ligado informando que ia se atrasar
para o jantar. Georgiana e ela se perderam entre
fotos e revistas especializadas. Era final da tarde
quando finalmente pareciam entrar em um consenso
para continuar no dia seguinte.
- Estou exausta! – Disse à Ruth entrando na cozinha.
– Nunca pensei que um casamento cansasse tanto!
- Você está feliz! Pela primeira vez vejo um sorriso
autêntico em você! – Elizabeth sorriu mais ainda em
resposta.
- Sim! Estou completa Ruth! Tenho o que sempre quis,
agora; amor e família! – Ela respondeu tímida.
- Tome um banho e relaxe querida! Lara e eu estamos
terminando o jantar e logo, estará pronto!
- Esperarei por William!
Preparou a banheira com água quente e sais, despiuse
e entrou soltando uma respiração de alívio por
todos os músculos tensionados durante o dia estarem
finalmente relaxando.
Fechou os olhos e reviveu sua consulta, a imagem da
pequena e frágil vida que carregava e o modo como
William a tratava deu a ela uma sensação de bem
estar, de lugar seguro e de que havia tomado o
caminho certo de sua vida.
Devia ser alta madrugada quando sentiu o peso e o
cheiro da loção de barba de William, na cama. Ele
havia ligado diversas vezes para lhe informar de
todos os contratempos do escritório e ela havia ido
dormir cansada de esperá-lo.
- Tudo bem? – Ela perguntou sonolenta virando-se
para abraçá-lo de frente, precisava senti-lo.
- Sinto muito, querida! Precisarei ir á Tóquio pela
manhã. – Ele respondeu com pesar.
- William! Não acredito! – Ela abriu os olhos para
encará-lo.
- O Sr. Whang exige, meu bem! – Ele a abraçou com
mais força. – Serão por apenas quatro dias! E animese,
se quiser, poderá ficar na presidência enquanto
eu estiver fora! – Ele tentou brincar.
Os dias em que William estava viajando, fora um
tormento, por mais que se falassem todos os dias ,
varias vezes, sentia falta do seu calor.
Mas os preparativos do casamento a ajudavam a
suportar a saudade.
Faltava um dia pro casamento, ela e Georgie tinham
conseguido resolver e acertar todos os detalhes,
agora era só esperar o dia.
Darcy tinha dito que chegaria pela manhã, mas seu
vôo atrasara, ele havia pedido para ela não ir ao
aeroporto, explicou-lhe que se sentia tranqüilo se
estivesse segura no conforto de casa.
Elizabeth tinha ido a cozinha para beber um copo
d’água. Estava tão absorvida em seus pensamentos que
não notou William mover-se rapidamente em sua
direção, pegando-a de surpresa.
Ela deu alguns passos trôpegos para trás até que
seus quadris encostaram-se na borda bancada da
cozinha.
Ele avançou e colocou um braço de cada lado dela,
apoiando as mãos na bancada, deixando Lizzy presa
entre ele e o móvel. Ele estava perto, mas seus
corpos ainda não se tocavam. O tamanho e a força de
William, seu calor e seu perfume tomaram conta de
Elizabeth, deixando-as tonta.
- William, eu...- Ela interrompeu-se, abrindo os
lábios, quase sem ar. Perdeu completamente a razão
quando sentiu a boca dele tocar a sua.
William fitou os olhos de Elizabeth, que estavam
mais brilhantes do que nunca, a sensação do corpo
dela apertando-se contra ele, o estava deixando
enlouquecido. Não conseguia tirar as mãos dela, nem
deixá-las parada.
O beijo ficou mais profundo, mais quente e faminto.
Depois veio outro beijo, mais longo e mais selvagem,
e depois outro, e outro, até que se tornou
impossível distinguir começo, meio e fim.
Lizzy contorcia-se sensualmente contra ele, um
desejo ardente queimando dentro dela. Era algo que
nunca experimentara, suas coxas envolveram uma das
dele, aumentando a intimidade da posição.
Perdida num topor sensual, sucumbiu ao desejo que
tomara conta de seu corpo. “Onde estava a cama
mesmo?” – tinha perdido noção de onde estavam.
- Hãm ,hãm – Ruth e Lara estavam em meio a cozinha,
vemerlhas como pimentões – Me desculpem – disse
Ruth, em tom brincalhão – Mas trabalhamos aqui e
precisamos preparar o lanche das crianças de
Georgiana.
Lizzy agarrou-se a borda da bancada com o coração
disparado, morta de vergonha, e sem coragem de olhar
pra Ruth e Lara.
Mas Darcy ao contrário se portou como se nada
tivesse acontecido.
- Mil desculpas, nós nos distraímos. A cozinha é de
vocês. – segurou a mão de Lizzy e a levou direto pro
quarto.
- Oi amor, eu acabei de chegar ! – William beijava
seu pescoço enquanto falava.
- Deu pra perceber, senti os abalos sísmicos do meu
corpo - respondeu ela, enquanto era empurrada contra
a parede do quarto.
William a despia enquanto a beijava.
Ouviu-se alguém bater na porta..
- De novo não! – Gritou. Agora sim, ele realmente
estava aborrecido.
- Sua mãe quer lhe ver agora !! – Gritou Katarina do
outro lado, mais mau humorada do que nunca.
- William – Lizzy tentava acalmá-lo – Vá ver sua
mãe, eu vou aproveitar e tomar um banho enquanto lhe
espero.
- Tudo bem – ele respirava com dificuldade, beijoulhe
o alto da cabeça e saiu do quanto pestanejando.
Quando William voltara, Elizabeth dormia
profundamente. Ele a cobriu, beijou seus lábios com
ternura – Descanse Elizabeth. Amanhã você será só
minha. – declarou.
___________________*******_______________________
A pequena capela nunca esteve tão linda quanto
naquela noite, banhada pela lua, com os jardins
começando a florescer. Mas nada poderia ofuscar o
esplendo da noiva quando ela entrou.
Seu vestido era branco de ombro-a-ombro, evasê, com
uma longa cauda (removível), o bordado era um
delicado Richelieu e o modelo estava rebordado com
pedrarias. Tecido cetim bucol. O vestido era
perfeito, disfaçava muito bem sua discreta
“barriguinha” agora com quase três meses, e
valorizava os seios fartos que ganhara com a
gravidez.
Seus cabelos estavam suavemente presos e enfeitados
com pequenas florezinhas. O véu era longo e
transparente. E usava no pescoço as pérolas que
William tinha lhe dado (era uma relíquia dos Darcy).
Estava deslumbrante. Mas também parecia nervosa, a
que acentuava o ar glorioso e inocente que
freqüentemente acompanha as noivas.
Logo que se posicionou na entrada da capela,
avistara William resplandecente, em um terno preto
com rosas na lapela. Ele era um homem tão
maravilhoso, que por um minuto ela não pôde fazer
nada senão olhá-lo hipnotizada, enquanto esperava
que as batidas de seu coração voltassem ao normal.
A marcha nupcial começou, interrompendo seus
pensamentos, e caminhou lentamente pelo corredor,
com O filho de Anne como pajem e a filha de
Georgiana como dama. Lizzy estava tão nervosa que
seu buquê tremia.
Uma vez que Elizabeth entrou, Darcy viu e ouviu
muito pouco do que acontecia. Quando ela lhe lançou
um sorriso e que se ampliava à medida que se
aproximava, o deixou simplesmente sem ar,perdendo a
capacidade de raciocínio. Como conseguiu recitar
seus votos foi um mistério.
O Padre: - Uma vez que é vosso propósito contrair o
santo Matrimônio, uni as mãos direitas e manifestai
o vosso consentimento na presença de Deus e da sua
Igreja.
Os noivos unem as mãos direitas.
- Eu Willian Darcy, recebo-te por minha esposa a ti
Elizabeth Bennet, e prometo ser-te fiel, amar-te e
respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e
na doença, todos os dias da nossa vida, até que a
morte nos separe.
-Elizabeth, você é meu coração e minha alma. Eu
prometo amá-la para toda eternidade, e acredito que
nem mesmo a morte impeça de nos unirmos. Você
renovou meu espírito, deu sentido a minha vida, e
curou meu coração. Eu te amo.
William coloca no dedo da esposa a aliança a ela
destinada.
-Elizabeth, recebe esta aliança como sinal do meu
amor e da minha fidelidade.
- Eu Elizabeth Bennet, recebo-te por meu esposo a ti
William Darcy, e prometo ser-te fiel, amar-te e
respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e
na doença, todos os dias da nossa vida. Até que a
morte nos separe.
- William, a minha vida se tornou completa no dia em
que me apaixonei por você. Você me presenteou com
seu amor, sua alma, e seu ser inteiro. Eu estou
completa com você, seja como mulher e agora como
mãe. Eternamente eu o amarei e dedicarei a minha
vida a fazê-lo feliz. Willian eu te amo.
Do mesmo modo, Elizabeth coloca no dedo anelar de
Willian a aliança a ele destinada.
-Willian, recebe esta aliança como sinal do meu amor
e da minha fidelidade.
Padre: - Confirme o Senhor, benignamente, o
consentimento que manifestaste perante a sua Igreja,
e se digne eriquecer-vos com a sua bênção.
- “O que Deus uniu o homem não separa”
- O noivo pode beijar a noiva.
- Elizabeth:
“ Eu carrego seu coração, carrego no meu coração; Eu
nunca estou sem ele.
Onde quer que eu vá, você vai comigo minha querida,
e o que quer que eu faça, eu faço por você me amor.
Eu não temo o destino, pois você é o meu destino
minha vida.
Não quero o mundo por maior beleza que seja, porque
você é o meu mundo, a minha verdade.
Eis o maior dos segredos que ninguém sabe.
Você é a raiz da raiz, o botão do botão.
È o céu do céu de uma árvore chamada vida,
Que cresce mais alto do que a alma pode esperar, ou
a mente esconder.
Esse é o milagre que distancia as estrelas.
Eu carrego o seu coração, carrego no meu coração.”
Finalmente os noivos se beijaram.
Fim do Capitulo XXI
Letra Musica e Tradução - Musica do Capitulo.
Tina Arena - I Want To Spend My Lifetime Loving You
Moon so bright, night so fine,
Keep your heart here with mine
Life's a dream we are dreaming
Race the moon, catch the wind,
Ride the night to the end,
Seize the day, stand up for the light
I want to spend my lifetime loving you
If that is all in life I ever do
Heroes rise, heroes fall,
Rise again, win it all,
In your heart, can't you feel the glory?
Through our joy, through our pain,
We can move worlds again
Take my hand, dance with me (dance with me)
I want to spend my lifetime loving you
If that is all in life I ever do
I will want nothing else to see me through
If I can spend my lifetime loving you
Though we know we will never come again
Where there is love, life begins
Over and over again
Save the night, save the day,
Save the love, come what may,
Love is worth everything we pay
Tina Arena - I Want To Spend My Lifetime Loving You
(tradução)
Quero Viver Minha Vida Amando Você
Lua tão brilhante, noite tão boa,
Mantenha o seu coração aqui com o meu,
A vida é um sonho que nós estamos sonhando.
Corra até a lua, pegue o vento,
Passeie no fim da noite,
Ocupe o dia, levante-se para a luz.
Eu quero viver minha vida amando você.
Se bem que é isto que eu sempre fiz na vida.
Heróis sobem, heróis caem,
Sobem de novo, vencem tudo,
Em seu coração, não pode sentir a glória?
Através do nosso trabalho, através da nossa dor,
Nós podemos mover mundos outra vez,
Pegue minha mão, dance comigo (dance comigo).
Eu quero viver minha vida amando você.
Se bem que é isto que eu sempre fiz na vida.
Eu não quero mais nada para ver,
Se eu posso viver minha vida amando você.
Entretanto nós sabemos que nós nunca viremos de
novo.
Onde existe amor, a vida começa,
Inúmeras e inúmeras vezes.
Salve a noite, salve o dia,
Salve o amor, venha, você pode.
O amor vale tudo o que nós pagamos.














