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Felicidade no casamento e meramente questão de sorte. (Jane Austen)

Quando o Amor Acontece - Capítulo XI

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 CAPÍTULO XI

Quando foi trabalhar, na manhã seguinte, ela estava cansada e

com medo de ver Darcy. Não tinha dormido nada e sabia que

isso se refletia em seu rosto.

A sua secretária, Sra.Reynolds, entrou na sala com uma pilha

de pastas e relatórios, sorrindo.

- Bom dia, srta. Bennet! Sabia que o Sr.Darcy já voltou?

Ligou cedo e pediu para desmarcar todos os compromissos que

tinha. Será que ele está doente? Nunca o vi desmarcando

compromisso algum!

- Não sei te dizer quanto a isto, mas temos muito trabalho

esta manhã, então “mãos à obra” - Elizabeth disse triste. - É

melhor começarmos agora. Sente-se, Sra Reynolds.

A secretária puxou uma cadeira e sentou-se. Era uma Sra.

esbelta e muito competente, deveria ter uns cinquenta anos.

Seus cabelos já estavam grisalhos e seus olhos castanhos que

transmitinham bondade. Tinha um sorriso radiante. Sempre

calma e alegre, o trabalho parecia ser um lazer para ela.

Depois de uma hora de trabalho o telefone tocou, e a Sra

Reynolds informou, em voz baixa:

- É o sr. Harry, da W.Plastics. Parece que vem tentando falar

com o sr. Darcy há dias. Quer falar com ele?

Elizabeth olhou-a, pensativa.

- Não, diga-lhe que nos falaremos na reunião de hoje à tarde.

Vou no lugar do Sr.Darcy – A W.Plastics era uma das

companhias que William queria comprar, e o seu interesse

tinha deixado a diretoria apavorada. De forma que teria que

ter muito tato para discutir sobre esses planos com os

diretores na reunião. – Peça a secretária do Sr.Darcy pra vir

aqui com a agenda de compromissos dele. Vamos definir as

prioridades de hoje.

O contador-chefe de William veio vê-la pouco antes do almoço,

com uma caixa de arquivo repleta de documentos debaixo dos

braços.

- Tem tempo para dar uma olhada nisto aqui comigo?

Ela fez uma careta. - O que é?

Michael Gordon era um homem persistente, obcecado por números

e gráficos. Trabalhava para William há vários anos. Tinha

muito prestígio e poder na empresa, e sabia disso.

Elizabeth compreendera rapidamente que precisava de Michael

ao seu lado para não ter problemas. Como qualquer grande

organização, a Darcy Corporation estava dividida em vários

grupos de influência, cada qual com seus interesses

particulares e intrigas. Ela já enfrentara esse tipo de

problema antes, no banco onde trabalhara, e sabia que o mais

sensato era permanecer neutra como sempre.

- Andei fazendo algumas sondagens - disse Michael sentando-se

e abrindo a caixa. - Estive pesquisando este material, antes

de levá-lo para Darcy.

Elizabeth olhou desanimada para seu próprio trabalho, e o

colocou de lado.

- Vá em frente. - Não podia se dar ao luxo de ofender

Michael.

Quando ele finalmente saiu, ja havia passado da hora do

almoço. A Sra.Reinolds providenciou um sandwíche, e ela comeu

em sua própria sala.

Elizabeth foi pra reunião à tarde. Quando voltou para sua

sala, já eram quase seis horas. A Sra.Reynolds dirigiu-lhe um

sorriso de simpatia.

- Parece estar exausta.

- E estou mesmo. Algum recado? – disse Lizzy bocejando.

- O sr. Darcy passou por aqui. Eu lhe disse onde a senhorita

estava, mas ele falou que não era nada importante, e que a

verá amanhã. Se me permite um comentário, acho que ele ficou

impressionado de como a Srta deu conta de todos os

compromissos. – disse a Sra.Reynolds muito orgulhosa de sua

chefe.

- Imagino!- disse Lizzy cansada - Já mandou as malas-diretas?

- Sim. Há mais alguma coisa?

- Deixe este envelope na mesa do Sr.Darcy, por favor. E até

amanhã, Sra.Reynolds.

- Se eu fosse a senhorita, tomaria um banho bem demorado e

depois ia para a cama - falou a secretária. - Está cansada,

qualquer um pode ver isso. Precisa de uma boa noite de sono.

- Vou tentar fazer isso - disse Elizabeth, contemplando com

desanimo a pilha de pastas que tinha de levar para estudar em

casa.

Darcy estava no escritório quando ela chegou na manhã

seguinte. Conversava com um dos outros executivos que

participaram da reunião do dia anterior e olhou para ela

assim que percebeu sua presença. Elizabeth ficou ainda mais

tensa. Aqueles penetrantes olhos azuis analisaram-na de alto

a baixo.

Ele foi em sua direção como um furacão, a agarrou pelo braço

a arrastando até sua sala.

- Pedido vetado srta, Bennet? – disse Darcy calmamente,

devolvendo-lhe o envelope. Elizabeth sentiu as pontas

daqueles dedos sensuais tocarem a sua mão. – disse ele

friamente.

- Reconsidere por favor. - Era a primeira vez que se falavam

desde o banho de piscina no domingo. – ela pediu.

- Eu já havia dito que não vou perdê-la, e falo sério. – seu

olhar era tão penetrante, parecia que saia fogo deles.

- O Sr. Não vai perder meu trabalho, não é uma demissão

propriamente dita, eu só peço uma transferência pra Nova

York. Eu vou continuar a fazer parte da Darcy Corporation –

disse ela desviando o olhar.

- E como vou encontrar uma assistente de uma hora pra outra?

E mesmo se encontrar como vai acompanhar meu ritmo da noite

pro dia? – disse ele carrancudo.

- Eu sou profissional Sr.Darcy, sei de minhas

responsabilidades, se o Senhor leu meu pedido de

tranferência, vai ver que estou lhe dando um prazo bem

confortável pra recrutarmos e treinarmos uma nova assistente.

E também me comprometo a terminar o projeto que haviamos

começado.

Darcy virou de costas pra ela, olhando o horizonte pela

janela, meio perdido.

- E então Sr. Darcy?! Vai reconsiderar ou não?! – Lizzy não

estava suportando o silêncio que se fez.

- Você é de longe a melhor profissional desta empresa, a

melhor assistente que eu poderia ter e a mais responsável e

dedicada funcionária que eu já vi. Pode até parecer mas,

ainda não estou louco de deixá-la ir assim. – Darcy estava se

segurando para não sacudi-la pelos ombros até fazê-la

entender o quanto era importante para ele. - Você acha que,

se afastando de mim, vai resolver nosso problema?

- Esse “problema” não existe, e esse pronome “nosso” muito

menos.

- Elizabeth eu...

- Sr. Darcy não temos mais nada pra dizer, se não quiser me

tranferir tudo bem, é um direito seu. Vou ter que pedir

demissão então.

- Está bem Srta. Bennet, vou pensar.- respondeu com rispidez

- Te darei minha resposta depois que voltarmos de Paris.

- Paris?! Como assim?! – Os olhos de Lizzy se arregalaram

com o susto.

- O casamento da filha de um de nossos diretores mais

influentes vai acontecer depois de amanhã em Paris, e temos

que comparecer.

- Casamento?! Então chame Jane, ela é sua noiva! E pelo que

me lembre não fui contratada para ser acompanhante em

eventos.

- Mas foi contratada pra ser minha assistente, e como a Srta

bem sabe, “esses eventos” para nós do Mercado Financeiro, são

verdadeiros encontros negócios e possíveis contatos. E isso

não é um convite Srta Elizabeth Bennet, isso é uma ordem! E

pelo contrato que a Srta assinou, independente de seu pedido

transferência ou demissão, ainda sou seu chefe e estou

requisitando minha assistente à me acompanhar a um evento de

trabalho. – disse ele cuspindo fogo.

- Sim Senhor! Por favor peça sua sercretária para mandar os

detalhes da viagem para Sra. Reynolds, agora se me der

licença tenho uma reunião nesse exato momento. O Senhor

deseja mais alguma coisa ? – disse ela com desdém.

- Não no momento é só. – Lizzy já estava saindo quando ele

falou novamente – E, Srta. Bennet, quando eu precisar falar

com srta. não preciso mandar minha secretária dar recados,

vou querer que venha a minha sala pessoalmente.

Dessa vez Lizzy bateu a porta com vontade, fazendo a

secretária de Darcy dar um pulo na cadeira.

“Que arrogante, presunçoso, estúpido, como pude me enganar

com esse imbecil? ” Elizabeth estava furiosa.

Quando Lizzy saiu Darcy desmoronou-se em sua cadeira. “Deus!

Essa mulher tem que ser minha. Foi feita pra mim, por que ela

não percebe isso?”

Elizabeth deixou a reunião por volta de meio-dia, e então foi

almoçar. Quando voltou, ao estacionar o carro, viu Wickhan.

- Que surpresa! Está passeando por aqui? - perguntou

sorrindo, quando ele se aproximou.

- Quando Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé.

Vim te ver sumida!!

- Então vamos até a minha sala, vou lhe oferecer um cafezinho

rápido, meu dia hoje está corrido.

- Mas que hospitalidade!

- Procuramos sempre manter nossos amigos felizes. - Parou na

saleta da Sra.Reynolds e falou: - Peça café para dois, por

favor.

Entraram em sua sala e ela indicou-lhe uma cadeira. Wickhan

olhou em volta, admirado.

- É impressionante. Você deve gozar de alto conceito, para

ficar num lugar como este. Os homens não a hostilizam por ter

conseguido um cargo desses?

- Não sou a única assistente de Darcy. Ele tem várias outras

nos Estados Unidos.

- Todos nós sabemos que Darcy gosta de mulheres. – disse de

modo malicioso. - Você trabalha demais - disse Wickhan,

inclinando-se para beijá-la.

Lizzy afastou-o com firmeza, deixando-o paralisado.

- Sinto muito, Jorge - gaguejou, ao vê-lo magoado. Nesse

momento, a porta se abriu e Darcy apareceu. Ficou parado

olhando-os, seu rosto severo. Lizzy empalideceu.

- Olá, Darcy - disse Wickhan sorrindo.

Ele acenou levemente com a cabeça. Seus olhos estavam fixos

em Lizzy.

- Quero falar com srta. no meu escritório, agora!- disse

Darcy zangado.

Então saiu, fechando a porta bem devagar.

- Não pode receber visitas? - perguntou Wickhan, irônico, mas

com olhar intrigado.

- Estou aqui para trabalhar, não se lembra?

A Sra Reynolds entrou na sala com o café. Seu rosto parecia

preocupado e inseguro.

- O sr. Darcy pediu que o avisasse quando a senhorita

chegasse. Não pensei que ele fosse vir pessoalmente, depois

que telefonei para a secretária dele.

- Está tudo bem, Sra.Reynolds.

- Ele parecia tão zangado - acrescentou a secretária.

- É provável que haja alguma coisa errada. É melhor eu ir ver

do que se trata. Fique e tome o seu café, Jorge.

- Está livre para jantar esta noite?

Ela se virou com um sorriso, meneando a cabeça.

- Lamento, estou tão ocupada...

- Então, quem sabe em outra ocasião.

- Quem sabe!

Elizabethh foi tremendo para a sala de Darcy. Parou do lado

de fora, e respirou fundo antes de bater na porta.

- Entre - ordenou ele.

Darcy estava em pé ao lado da janela, de costas para ela.

- Feche a porta - falou, sem se virar. - O que Wickhan fazia

em sua sala? O que estava acontecendo? - Percebendo que ela

hesitava, virou-se, cheio de hostilidade. - Sei que você tem

saído com ele, mas eu não gosto de tê-lo xeretando todos os

documentos que estão sobre sua mesa. Não deve recebê-lo mais

em seu escritório, entendeu? Seu trabalho é confidencial,

pensei que estivesse claro que ninguém deve interferir.

- Ele só subiu para tomar um café. Não olhou nenhum

documento.

- O que ele estava fazendo quando eu entrei? Vocês dois se

assustaram. .. Nunca vi expressões tão culpadas! - Lizzy

encolheu-se ao ver a ira naqueles olhos azuis. Havia

violência no ar, desgosto no modo como ele falava.

- Nós nos assustamos, isso é tudo.

- Pareceu-me que você estava nos braços dele.

Ela perdeu a paciência.

- Mesmo que eu estivesse, não seria da sua conta! A minha

vida particular é problema meu. Vou tomar cuidado para que

Jorge não venha mais aqui.

De repente, Darcy se moveu, e ela recuou, procurando

nervosamente a maçaneta da porta. Ele parou bem em frente a

ela, olhando-a.

- Meu Deus, Lizzy...

- Não faça isso! - exclamou ela, quando ele segurou seus

ombros.

- Eu fiquei com ciúmes - disse ele com voz rouca, segurando-a

com mais força.

- Você não tinha esse direito...

- Isso é o pior... Não pude nem chegar perto dele, tive que

ser educado.

- Pois eu não notei isso!

Elizabeth sentiu os lábios dele em seu pescoço. - Quero estar

a seu lado o dia todo, fazê-la feliz. Mas você não está

sorrindo, não está olhando para mim, parece tão distante.

Pensei que bastaria trabalharmos juntos para tudo ficar bem

entre nós, mas me enganei. Tentei não vê-la ontem, e posso

dizer que foi uma tortura.

Ela fechou os olhos, seu coração estava partido.

- Eu não posso, William. - Ela não conseguia ver o rosto

dele, mas sentia os lábios mornos em seu pescoço e a

respiração rápida e trêmula.

- Você não se sente como eu? - perguntou ele.

Elizabeth queria mentir, dizer que não precisava do seu amor,

mas não conseguiu. Ficou calada.

Darcy levantou a cabeça depois de um longo tempo, e a olhou.

Elizabeth então caminhou até o centro da sala e ficou de

costas para ele.

- Eu não posso trabalhar com você nesta situação, acho que

vamos ter que conversar com Jane.

- Lizzy... – Darcy disse num som pesaroso a abraçando e

sentindo o marcante perfume dela. Não resistindo, afastou

seus cabelos para dar acesso a nuca e chupou longa e

demoradamente a pele, fazendo Lizzy tremer nos próprios

joelhos, percorrendo as mãos pelas laterais sentindo a

corrente elétrica que seu corpo produzia. Darcy colou-se mais

ainda ao corpo dela, suspirando em sua orelha e desfrutando o

poder que aquele corpo quente tinha sobre ele. Presa numa

sensação jamais vivenciada Elizabeth via-se tentada a

continuar com aquilo e deixá-lo possui-la ali e acabar com

tudo, sair correndo e nunca mais voltar a estar a sós com

Darcy novamente.

- Por favor... – Elizabeth virou-se para protestar, mas a

frase morreu em seus lábios quando notou a figura selvagem e

sexy que Darcy havia virado. Seus olhos tinham um azul

profundo, seu rosto estava vermelho e seus lábios inchados,

convidativos e irresistiveis. Sem conseguir pensar em mais

nada, ela abandonou-se a sorte beijando, mordendo e sugando

seus lábios. Ela sentiu as mãos dele puxando-a mais apertado,

subindo sua perna, mostrando-a o quanto estava pronto para

ela, fazendo-a suspirar ofegante dentro do beijo. Incentivada

por esta atmosfera, Lizzy sentiu-se com coragem e guiou a mão

dele até seio e apertou, mostrando a ele o que queria.

Atendendo ao pedido, Darcy tentou abrir os botões da blusa e

amaldiçoou quem quer que os tenham inventado, seus dedos

tremulos não faziam progresso, então ele puxou a peça de

dentro da saia e a abriu num movimento brusco, fazendo botões

voarem pela sala. Ele acariciou, apertou e sugou os bicos

enturmecidos por cima do sutiã. Elizabeth gemeu alto. Darcy

voltou a beijá-la com desejo.

Abrindo os olhos, mas não quebrando o beijo, agarrou-a pelas

nádegas e a carregou até a mesa. Afastou-se um pouco e

conteplou a visão magnifica de uma mulher pronta para o sexo

e não era qualquer mulher, era Elizabeth. O cabelo solto por

ele, a saia estava amarrotada à altura de seus quadris, os

lábios vermelhos e a respiração ofegante combinada pela luz

do sol que entrava pela janela dava a ela um toque

surrealista. Darcy não podia deixar de sentir uma pontada de

machismo ao realizar que tudo aquilo foi feito por ele.Seu

desejo deve ter triplicado, pois tudo que ele conseguia

pensar era em rasgar a roupa dela e fazer amor em cima de sua

mesa. Beijando e a abraçando com força, Darcy sentia as mãos

delicadas dela percorrendo sobre ele, nos botões de sua

camisa, na fivela do cinto e então,na sua ereção.

Lizzy não acreditava no poder de sua sedução, até sentir

Darcy cada vez mais duro em sua mão. Esfregou a palma sobre o

tecido da calça e fechou os olhos antecipando como seria

estar numa relação com William sexy Darcy. Sentiu um beijo

molhado em seu seio e pendeu a cabeça para trás buscando ar e

assim, dando melhor acesso a ele a seus seios.

Darcy não podia deixá-la vencer. Apertou os seios dela e os

sugou por cima do tecido, ao vê-la tão exposta e aproveitando

aquela caricia como nenhuma outra, ele puxou o sutiã para

baixo e pode fazê-la ofegar novamente sem o tecido para

atrapalhar, o resultado disso foi sentir o corpo inteiro dela

arqueando de encontro ao seu. A pele dela era doce e quente e

a sensação aumentava ao sentir as mão dela bagunçando seu

cabelo e suas pernas o prendendo mais perto. Ele resolveu

provocar ainda mais levando uma mão até o meio de suas pernas

para acariciá-la. Ele nunca teria adivinhado o quão molhada

ela estava.

- William, por favor... – Ela não queria implorar, mas não

poderia suportar mais.

O telefone tocou uma vez e Darcy teve vontade de gritar

mandando tudo para o inferno, tocou pela segunda vez.Era

importante, ele sabia. Sua secretária não seria louca de

transferir um telefonema quando ele a havia dito que se não

fosse realmente importante não passasse para sua sala. O ring

do telefone continuou insistente, enquanto ele tentava

recobrar o fôlego.

Elizabeth não conseguia acreditar no que tinha acabado de

fazer. Onde estava sua palavra de não se deixar levar por

Darcy? Na certa ele a levaria pra cama, e depois perderia o

interesse. Conhecia sua fama de conquistador e mulherengo,

aliás quem não conhecia. Onde estava seu escrúpulo de não

trair sua amiga? Provavelmente no chão, assim como sua blusa.

- Sim... – Ela ouvi-o dizer ao atender o telefone. – Sim,

pode passar. – Também viu o esforço que ele fazia para não

parecer um maratonista ao telefone.

Pegando o que sobrou de sua blusa e tentando parecer

apresentável, Elizabeth caminhou até a porta e não se virou

quando ele disse com firmeza:

- Terminaremos isso em Paris.

Fim do Capitulo XI.

 

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