Estrelas!
Estrelas no céu.
Uma brisa suave.
Era uma típica noite de verão em Pemberley.
Naquela varanda uma mulher com uma protuberante barriga de sete meses de gestação, fitava intensamente o céu, aquela lua cheia, estrelas, sem nenhuma nuvem, ali esta ela deitada em uma espreguiçadeira, contemplando a vista e pensando na vida.
Essa mulher é Elizabeth Bennet Darcy, estava pensando em como tinha parado ali, ainda mais com quem estava casada, definitivamente para ela o destino ou a vida, seja lá o responsável por isso, era realmente cheio de surpresas.
Uma brisa suave.
Era uma típica noite de verão em Pemberley.
Naquela varanda uma mulher com uma protuberante barriga de sete meses de gestação, fitava intensamente o céu, aquela lua cheia, estrelas, sem nenhuma nuvem, ali esta ela deitada em uma espreguiçadeira, contemplando a vista e pensando na vida.
Essa mulher é Elizabeth Bennet Darcy, estava pensando em como tinha parado ali, ainda mais com quem estava casada, definitivamente para ela o destino ou a vida, seja lá o responsável por isso, era realmente cheio de surpresas.
Lembrou da primeira vez que viu seu marido, Willian Darcy.
Era uma festa da revista em que ela trabalhava como editora, uma revista especializada em empresas, muito conceituada sendo que aquela festa escolheria e premiaria os melhores do ano, e a empresa de Willian concorreu na categoria destaque do ano, na qual levou o prêmio, mas ao conhecê-lo apesar de ter ficado encantada com aqueles olhos azuis, ele não foi muito gentil, como seu sócio Charles Bingley fora.
Willian Darcy era altivo e reservado, não era uma pessoa fácil com quem conversar como era seu amigo, hoje Lizzy até ria de lembrar da conversa entre Willian e Charles, que ouvira sem querer naquele baile em que Willian a classificara como tolerável.
Naquela época ficou irritada com ele e jurou que ele seria o último homem pelo qual se interessaria. Mas depois de diversas idas e vindas o último homem virou o primeiro e único a quem seu coração podia pertencer.
Era uma festa da revista em que ela trabalhava como editora, uma revista especializada em empresas, muito conceituada sendo que aquela festa escolheria e premiaria os melhores do ano, e a empresa de Willian concorreu na categoria destaque do ano, na qual levou o prêmio, mas ao conhecê-lo apesar de ter ficado encantada com aqueles olhos azuis, ele não foi muito gentil, como seu sócio Charles Bingley fora.
Willian Darcy era altivo e reservado, não era uma pessoa fácil com quem conversar como era seu amigo, hoje Lizzy até ria de lembrar da conversa entre Willian e Charles, que ouvira sem querer naquele baile em que Willian a classificara como tolerável.
Naquela época ficou irritada com ele e jurou que ele seria o último homem pelo qual se interessaria. Mas depois de diversas idas e vindas o último homem virou o primeiro e único a quem seu coração podia pertencer.
Enfrentaram muita coisa até chegar aqui, um George Wickahan querendo envenenar Lizzy contra William, uma Caroline Bingley querendo estragar a relação com suas armações, mas é algo que tiveram que passar, para que hoje estivessem aqui, casados há dois anos, e esperando o primeiro filho para daqui a dois meses.
Hoje Lizzy podia dizer que nem em seus melhores sonhos ela podia prever que estaria aqui um dia, tudo o que podia desejar estava nessa casa, e se existi a felicidade plena, ela tinha certeza que era o que ela estava vivendo.
E enquanto Lizzy acariciava sua barriga, contemplava as estrelas, e pensava na vida ouviu aquela voz do homem que tanto amava.
Hoje Lizzy podia dizer que nem em seus melhores sonhos ela podia prever que estaria aqui um dia, tudo o que podia desejar estava nessa casa, e se existi a felicidade plena, ela tinha certeza que era o que ela estava vivendo.
E enquanto Lizzy acariciava sua barriga, contemplava as estrelas, e pensava na vida ouviu aquela voz do homem que tanto amava.
- “Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” - recitou sorrindo e sentando na espreguiçadeira ao lado de Lizzy, e colocando a mão junto com a dela sobre a barriga.
- E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
Completava o poema sorrindo para ele, fitando aquele seu céu particular.
- E conversamos toda a noite, enquanto
A via - láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Willian sorrindo ainda mais continuou:
- Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”
E chegando mais próximo a ele, quase tocando seus lábios completou:
- E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.” *
- Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?”
E chegando mais próximo a ele, quase tocando seus lábios completou:
- E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.” *
E fitando-o completou:
- E é por te amar que consigo entendê-las, Sr. Darcy...
- Eu também te amo, Sra. Darcy – falou Will, completando a distância que faltava para selar seus lábios ao de Lizzy.
E assim seguiram se amando, com as estrelas emoldurando aquele cenário de total, profunda e absoluta felicidade.
~ FIM ~
........................................ ...................................
*Soneto XIII do poeta Olavo Bilac
- E é por te amar que consigo entendê-las, Sr. Darcy...
- Eu também te amo, Sra. Darcy – falou Will, completando a distância que faltava para selar seus lábios ao de Lizzy.
E assim seguiram se amando, com as estrelas emoldurando aquele cenário de total, profunda e absoluta felicidade.
~ FIM ~
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*Soneto XIII do poeta Olavo Bilac
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